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A história do português que viveu quatro meses num cruzeiro

O Magnifica partiu quando ainda não havia sinais da pandemia. A viagem de uma vida transformou-se — e agora deu um livro.
A viagem à volta do mundo durou quatro meses.

Quando embarcou no Magnifica, o cruzeiro que partiu de Itália em janeiro deste ano, António Graça de Abreu nunca pensou que teria história para contar num novo livro que é lançado esta terça-feira, 22 de setembro. “Odisseia Magnífica – Uma Volta ao Mundo, com Magalhães e Covid-19” fala sobre como o escritor e sinólogo viveu durante quatro meses nesta embarcação com toda a pandemia a desenrolar-se em terra.

A viagem passa pela América do Sul, por Uruguai, Argentina e Brasil, onde nunca houve qualquer problema. As primeiras dificuldades surgem em março quando o cruzeiro é impedido de atracar nas Ilhas Cook, no Pacífico.

Parou na Tasmânia, mas ninguém foi autorizado a sair, já havia cinco casos de Covid-19 a bordo. António Graça de Abreu explicou à Lusa, citado pelo “Notícias ao Minuto”, que a maioria dos mais de dois mil passageiros tinha mais de 60 anos.

Nos quatro meses que fez de viagem, chegou a passar mais de 30 dias sem sair da embarcação, e quando foi finalmente possível, era sempre por períodos muito curtos, nada do que estaria previsto no início da viagem. O cruzeiro percorre grande parte do mundo, numa viagem que foi marcada pela pandemia, mas vivida no interior de uma embarcação.

“Odisseia Magnífica – Uma Volta ao Mundo, com Magalhães e Covid-19” é editado pela Guerra e Paz e vai estar à venda por 16€.

Vai estar à venda por 16€.

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