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Livros

Livrarias têm de fechar — mas podem vender ao postigo

A medida é igual àquela que esteve em vigor no confinamento da última primavera.
Só poderão vender ao postigo.

Todos os espaços culturais vão ter de encerrar a partir da meia-noite desta sexta-feira, 15 de janeiro, com o novo confinamento, que tem, por agora, o “horizonte de um mês”, como descreveu o primeiro-ministro, António Costa.

Contudo, há uma pequena exceção. As livrarias vão poder continuar a exercer a sua atividade fisicamente. Terão de encerrar, mas podem vender ao postigo, diz a agência Lusa, citada pelo “Observador”. A medida é igual àquela que esteve em vigor no confinamento da última primavera, pois os livros foram considerados um bem de primeira necessidade pela ministra da Cultura.

Sobre o restante setor da cultura, António Costa remeteu para esta quinta-feira, dia 14, o anúncio de um conjunto de medidas de apoio. Prevê-se que o novo confinamento vá fragilizar ainda mais o mercado livreiro, que tinha conseguido recuperar após a queda abrupta registada no início da pandemia. Ainda assim, no final de outubro, segundo dados da consultora GFK, havia uma quebra de 15,8 por cento nas vendas em relação ao ano passado.

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