Música

AoVivoouMorto: fazem-se filas à porta de salas fechadas para alertar o País

Mais de seis meses depois, as salas e clubes de música ao vivo continuam encerradas. A concentração, com distância social, é este sábado.
O Lux é um dos espaços aderentes.

Mais de seis meses após o início da pandemia, as salas e clubes de música ao vivo continuam encerradas, “sem apoios e sem estratégias públicas de proteção e valorização”. Para evitar que o circuito chegue ao fim, 27 salas de todo o país criaram uma rede para chamar a atenção para a importância destes espaços no ecossistema cultural e incentivar a que cheguem medidas de apoio.

A iniciativa chama-se Ao Vivo ou Morto e tem a sua expressão maior este sábado, dia 17 de outubro, em que está agendada, para as 15 horas, uma espécie de manifestação única, original e nacional.

A partir do início desta tarde, os espaços, entidades e artistas que se juntaram nesta luta de tentar salvar a cultura e os eventos, fazem-se ouvir numa concentração em Lisboa, Porto, Évora e Viseu. Serão convocados artistas, profissionais do espetáculo e público para se juntarem a esta causa com uma mensagem capaz de ecoar pelos corredores políticos. São mais de 300 os artistas nacionais que já assinaram o cartaz.

Na prática, as pessoas estarão na fila para entrar nas salas fechadas, chamando a atenção para a importância destes espaços e pedindo apoios para garantir a sua sobrevivência. Todos têm de usar máscara, respeitar a distância de dois metros assinalada no chão e segurar o seu lugar. Devem levar auscultadores. A iniciativa é da Circuito, uma rede constituída por 27 salas de todo o País.

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