Música

“As Minhas Coisas Favoritas” é a nova rubrica de Nuno Markl na Rádio Comercial

É dedicada aos pequenos prazeres do dia a dia e começa a 1 de fevereiro. Vão ser dois episódios por semana.
Nuno Markl é o autor da rubrica.

Nuno Markl já tinha revelado que ia estrear em breve uma nova rubrica na Rádio Comercial. Agora conhecem-se mais detalhes. Chama-se “As Minhas Coisas Favoritas” e arranca na próxima terça-feira, 1 de fevereiro. 

Será uma rubrica dedicada aos pequenos prazeres da vida. “Convenhamos: esta não é uma das eras mais felizes da História. Por isso talvez precisemos de uma rubrica assim”, começa por explicar Markl no Instagram.

“Será uma caderneta de cromos de micro-coisas que nos dão um gozo e um prazer do cacete. Seja enfiar os pés numa cama acabada de fazer ou mandar garrafas à bruta para dentro de um vidrão”, acrescenta o radialista e criativo português.

“As Minhas Coisas Favoritas” vai para o ar às terças e quintas-feiras a partir das 9h15. Conta com música original de Rita Redshoes e já há um teaser nas redes sociais.

Noutro post anterior, Nuno Markl já tinha antecipado este projeto. “Há anos que digo que já inventei tudo o que podia ter inventado em rádio. Trabalhei em todos os formatos: histórias, crónicas, sketches, teatrinhos, música — e voltei há uns anos ao ‘Homem Que Mordeu o Cão’ porque é o único formato capaz de me surpreender todos os dias — e se as histórias reais do Cão me surpreendem, acho sempre que há boas possibilidades de vos surpreenderem a vocês também.”

Acrescentou mais tarde: “Achava então eu que estava assim — que em cerca de 30 dos meus 50 anos de vida já tinha inventado tudo. Até que há uns dias, à noite, na cama, a ouvir uma canção específica (se eu digo qual, é spoiler), surge-me uma ideia para uma nova rubrica de rádio (…) Acho que é a rubrica de que todos precisamos nesta altura. Uma espécie de terapia em tempos sinistros e incertos. Uma terapia até para mim, que a irei escrever. Aquilo que posso dizer é que desde a criação da ‘Caderneta de Cromos’, em 2010, que eu não sentia aquele bicho carpinteiro de ‘oh diabo, isto pode mesmo resultar’. Não tendo nada a ver com a ‘Caderneta’, vai requerer o mesmo tipo de interação e partilha entre nós que a fazemos e vocês que a ouvem. Vai requerer uma comunidade”.

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