Tal como na edição passada, o MIL regressa com uma programação que se prolonga do Cais do Sodré ao Hub Criativo do Beato. O evento traz a vertente de festival, está claro, mas também uma convenção que procura debater a música e a cultura ao longo de três dias.
Desde logo, serão sete as salas do Cais do Sodré que irão acolher as cinco centenas de atuações previstas para os dias 28 e 29 de setembro, sempre a partir das 19h30.Carminho, Glockenwise ou Papillon são alguns dos artistas que compõem o cartaz, bem como, por exemplo, os 5.ª Punkada, o grupo de cinco músicos com paralisia cerebral criado em 1997.
Convidados estão também nomes como Kelman Duran e DJ Marfox, nomes importantes da música eletrónica, bem como Bia Ferreira, artista e ativista brasileira, que não só sobre ao palco mas também às mesas da convenção, para falar sobre a sua música “enquanto espaço de resistência queer, antirracista e feminista e de subversão de tradições”.
O Hub Criativo do Beato recebe, ao longo dos três dias do MIL, mais de 40 atividades. Haverá espaço para palestras, mesas-redondas, debates e workshops. Um local para debater não só a indústria da música, mas também as políticas culturais, a acessibilidade, a ética e a sustentabilidade. Num dos eventos irá discutir-se “como descentralizar a oferta cultural em Portugal” ou “qual o futuro para o jornalismo e crítica cultural”.
Os bilhetes já estão à venda e podem ser comprados apenas para assistir ao festival ou apenas à convenção, com um custo de 21,4€. Os bilhetes Pro custam 64,2€ e dão acesso a ambos os eventos, com direito a entrada prioritária nas salas do festival. A programação completa pode ser consultada no site oficial.








