Música

ID No Limits: o primeiro festival de música do ano está prestes a começar

Vai ocupar o Centro de Congressos do Estoril entre 24 e 26 de fevereiro, com um cartaz dedicado à música urbana contemporânea.
Rejjie Snow é um dos cabeças de cartaz.

O primeiro festival de música do ano em Portugal começa esta quinta-feira, 24 de fevereiro, e prolonga-se até sábado, dia 26. Falamos do ID no Limits, dedicado à música urbana contemporânea, que vai ocupar novamente o Centro de Congressos do Estoril.

No cartaz destacam-se artistas internacionais como Mr. Carmack, Jarreau Vandal, Rejjie Snow, Greentea Peng, Moses Boyd, Jamz Supernova ou Major League DJZ, mas o alinhamento dá grande ênfase à música nacional.

Branko, Regula, Nenny, T-Rex, David Bruno, Pedro Mafama, Lon3r Johny, Yuri NR5, Rita Vian, Sippinpurpp, Tristany, xtinto, Pedro da Linha, Mynda Guevara ou os Mazarin são alguns dos muitos artistas portugueses que vão atuar no evento.

Neste momento, os bilhetes para sexta-feira estão esgotados. Mas ainda é possível comprar ingressos diários para os restantes dias, por 40€ — e há passes gerais disponíveis, a partir de 60€. A NiT fez algumas perguntas à diretora da Live Experiences, promotora do festival, Karla Campos.

Agora que finalmente parece que podemos chegar a alguma normalidade, e transitar de pandemia para endemia, como foi organizar o primeiro festival pós-variante Ómicron?
Uma grande emoção. É a reconquista da liberdade de poder trabalhar e produzir live music, e do público poder voltar a dançar e circular livremente, convivendo normalmente, sem barreiras, sem restrições. Estamos livres!


Que regras  vão estar em vigor no ID No Limits em relação à Covid-19?
Uso obrigatório da máscara uma vez que o festival é dentro do Centro de Congressos do Estoril, porém também existe uma área ao ar livre.

O cartaz foi construído ao longo dos últimos anos, tendo em conta os sucessivos adiamentos. Como foi preparar este alinhamento?
Foi um processo difícil de articular, tendo em conta a disponibilidade dos artistas, as restrições que semanalmente se alteravam em Portugal e nos outros países. As alterações constantes dificultaram o planeamento, criando um clima de  instabilidade e insegurança em todos. Por outro lado, tivemos oportunidade de renovar o cartaz, indo buscar artistas que, surpreendentemente, emergiram e cresceram durante a pandemia e que agora o público terá oportunidade de ver ao vivo. A união e a resiliência de todos, colaboradores, parceiros, agentes, artistas e técnicos esteve sempre presente e isso foi o mais importante para conseguirmos chegar aqui, ao regresso dos festivais.

Este ano, é clara a preponderância de rappers portugueses no cartaz. O que a motivou?
O ID No Limits sempre apresentou o que de melhor se está a fazer em Portugal, mas sem dúvida esta edição destaca mais o rap e o trap em português porque é o presente, resultado do que se andou a ouvir durante a pandemia. O ID No Limits é isso: contemporary sounds.

Carregue na galeria para conhecer alguns dos novos festivais de música que vão chegar este ano a Portugal.

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