Música

Måneskin gozam com a polémica da droga na Eurovisão: “Não se aproximem muito da mesa”

A banda voltou a subir ao palco para apresentar o seu novo single, "Supermodel", e voltaram a não deixar ninguém indiferente.
Os quatro integrantes do grupo voltaram a apresentar-se no festival.

Na 66.ª edição do Festival Eurovisão da Canção, não podiam faltar convidados especiais. Os vencedores da edição do ano passado, Måneskin, subiram à Arena Pala Alpitour, em Turim, para apresentar o seu novo single “Supermodel” e voltaram a arrepiar os fãs da banda. No entanto, um dos momentos mais inusitados foi um comentário do vocalista da banda que troçou das acusações de haviam consumido droga (mais precisamente, cocaína), em direto, no ano passado.

Ao serem questionados pelo apresentador, sobre os conselhos que teriam para aos concorrentes para aproveitarem até ser anunciado o vencedor, o vocalista Damiano David não hesitou. “[Tenho] dois conselhos. Divirtam-se. E não se aproximem muito da mesa!”, disse, em tom de brincadeira.

O ano passado, quando se sagraram vencedores da Eurovisão, um ligeiro movimento corporal do vocalista — aproximou-se da mesa que estava à sua frente — levou a que muitos espectadores pensassem que o músico estava a consumir cocaína em direto da Ahoy Arena, em Roterdão, nos Países Baixos.

A banda refutou as acusações e o vocalista voluntariou-se a fazer um teste, que comprovou que não tinha consumido drogas. O resultado do teste foi confirmado como negativo pela European Broadcasting Union, a entidade que organiza a Eurovisão. Antes desta validação do resultado toxicológico, o presidente francês, Emmanuel Macron, tentou anular a vitória dos Måneskin na Eurovisão.

No ano de 2021, o título da Eurovisão foi entregue à banda de rock italiana, que apresentou o seu novo single, “Supermodel”, ao vivo no palco da Eurovisão. Pode ler aqui a história do grupo que se tornou um fenómeno mundial com os hits “Zitti e Buoni”, “Beggin’” e “I Wanna Be Your Slave”.

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