Música

Na Nova Zelândia já há concertos com 50 mil pessoas — sem máscaras nem distanciamento

As imagens deixam o resto do mundo com inveja.
A inveja do mundo.

Cerca de 50 mil pessoas juntaram-se este sábado, 24 de abril, para assistir a um concerto à antiga — que é como quem diz, ao estilo de 2019 — sem máscaras nem distanciamento social. Um verdadeiro regresso ao passado que só é possível pela quase inexistência de Covid-19 naquele país e que está a deixar o resto do mundo cheio de inveja.

Ao palco do Eden Park, em Auckland, subiu a banda Six60, uma banda local praticamente desconhecida fora da ilha. Mas as imagens estão a tornar-se virais pela concentração de pessoas em comportamentos que, até há pouco mais de um ano, todos considerávamos normais. 

Este já está a ser apontado como o maior evento público mundial depois do aparecimento da pandemia e é mais uma prova de que as políticas de prevenção do novo coronavírus no país estão a funcionar. A Nova Zelândia fechou as suas fronteiras com todos os países — com esporádicas exceções para um corredor criado com a Austrália. O resultado foi uma das mais baixas taxas de infeções do mundo, com um total de apenas 26 mortes e 2.601 casos desde o início da pandemia.

Esta não é a primeira vez que os neo-zelandeses deixam o resto do mundo a sonhar com o fim da pandemia. Já em janeiro passado se tinham realizado festivais de música, também sem máscaras nem distanciamento, mas com um número muito inferior de participantes. 

Na altura, o festival Rhythm and Vines, em Gisborne, juntou cerca de 20 mil pessoas. Já o Rhythm & Alps, em Wanaka, teve 10 mil pessoas no público — o mesmo aconteceu com o Northern Bass, em Mangawhai.

Veja aqui as imagens do concerto. E sim, são mesmo deste sábado, 24 de abril de 2021.

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