Com quase 260 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, Céline Dion é um dos grandes nomes da indústria musical a nível mundial. Êxitos como “The Power of Love”, “It’s All Coming Back to Me Now” e “My Heart Will Go On” deixaram bem claro que tem, também, uma das maiores vozes da pop.
Nos últimos anos, contudo, a sua história tem sido marcada pela Síndrome da Pessoa Rígida, uma doença que afeta, entre outras coisas, a voz. Trata-se distúrbio neurológico muito raro, resultado de uma doença autoimune, que afeta o sistema nervoso, especificamente o cérebro e a medula espinal. Em 2024, a Prime Video lançou um documentário sobre a condição de Dion.
Foi esta condição que a manteve afastada da música durante muitos anos. Em 2024, fez o aguardado regresso com um cover de “Hymne à l’amour” (tema de Édith Piaf) nos Jogos Olímpicos. Esta sexta-feira, 17 de abril, surpreendeu os fãs com o lançamento de “Dansons”, o primeiro single original em sete anos.
A canção mostra Céline a regressar ao repertório francês que moldou os primeiros anos da carreira. A faixa foi escrita por Jean-Jacques Goldman, com quem a artista trabalhou no álbum “D’eux” e no tema “Encore un soir”, de 2016.
Este novo single mistura a elegância, o otimismo e a profundidade emocional que são marcas de Dion. A letra aborda a resistência perante a instabilidade e a alegria da ligação que tem com a música.
O lançamento chega enquanto a artista de 58 anos se prepara para o seu tão aguardado regresso aos palcos. Entre setembro e outubro vai dar 16 espetáculos na Paris La Défense Arena, em França. Prova de que o público estava ansioso com este regresso, foi que nove milhões de fãs registaram-se para a pré-venda de bilhetes desta residência artística, que será uma viagem pela carreira da cantora.
Aproveite e leia o artigo da NiT para conhecer melhor o Síndrome de Pessoa Rígida.
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