Música

Ryan Adams já não vem a Lisboa. Cantor cancelou toda a digressão europeia

O anúncio foi feito pela promotora do evento e confirmado pelo artista. O espetáculo aconteceria na Aula Magna em outubro.

O norte-americano Ryan Adams cancelou toda a digressão europeia, que incluía um concerto na Aula Magna, em Lisboa, agendado para 10 de outubro. A notícia foi avançada esta segunda-feira, 20 de julho, pela Free Music, promotora do evento.

Nas redes sociais, a empresa refere que foi notificada pela agência do artista. Poucas horas depois, o próprio norte-americano partilhou um comunicado nas redes sociais a confirmar o cancelamento. Não foi revelado o motivo.

“Devido a circunstâncias fora do nosso controlo, a digressão europeia foi cancelada. Pedimos desculpa a todos que compraram bilhetes e que estavam entusiasmados para estes espetáculos”, pode ler-se no Instagram do cantor.

“O Ryan está bem e a trabalhar arduamente para terminar a nova trilogia de álbuns. Novas músicas a caminho em breve”, lê-se na mesma publicação. De acordo com a Free Music, todos os reembolsos serão processados ​​automaticamente através do ponto de venda onde os bilhetes foram adquiridos.

“Caso tenham alguma questão, por favor contactem o respetivo ponto de venda. Os clientes que adquiriram os seus bilhetes num ponto de venda físico parceiro da Ticketline dispõem de 60 dias, a contar da presente data, para solicitar o respetivo reembolso”, acrescentou a promotora.

Há poucos dias, o artista, de 51 anos, tinha também anunciado a venda de guitarras e equipamento de estúdio no seu Instagram. Nessa altura, escreveu que estava “cansado, exausto e derrotado”. No entanto, afirma que o seu coração “transborda esperança, amor e otimismo”. As publicações, porém, já não estão disponíveis online.

 
 
 
 
 
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De acordo com o site de entretenimento “Showbiz411”, o artista confessou ainda sofrer de vertigens, devido ao uso incessante de flashes por parte dos fãs durante os seus concertos.

O artista começou por liderar a banda alt country Whiskeytown, antes de se lançar a solo, em 2000, com o disco “Heartbreaker”. Desde então, lançou uma série de projetos que vão do folk ao rock, com destaque para “Gold”, “Prisoner” e o mais recente, “Self Portrait”.

Em 2019, o jornal “The New York Times” publicou um artigo no qual Adams era acusado de assédio por várias mulheres. Regressou aos palcos no final de 2023 para gravar um remake do  clássico “(What’s The Story) Morning Glory?”, dos Oasis, e com uma digressão que passou pela Europa e Estados Unidos em 2025.

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