Música

Vendas de CD aumentam pela primeira vez em 17 anos — o mérito é destas estrelas

Adele e Taylor Swift estão entre os nomes que impulsionaram as subidas, numa altura em que também os vinis batem recordes.
Daqui nada voltam os Discman.

Já houve um regresso dos vinis — das cassetes não tanto, mas ainda há quem as guarde e estime — e agora, neste mundo imerso em pandemia, podemos estar a assistir a um regresso dos CD. Segundo a “Pitchfork“, as vendas de CD aumentaram, em 2021, pela primeira vez em 17 anos. Os dados apontam para a primeira subida desde 2004, ou seja, desde que a comercialização de música neste suporte começou a sofrer as consequências da chegada ao mercado de aparelhos portáteis de reprodução de ficheiros musicais como o iPod, a par com o lançamento (e crescimento exponencial) das plataformas de streaming, como o iTunes, o Tidal, o Spotify, entre outras.

De acordo com os dados oficiais norte-americanos que a Billboard usa, no ano que agora terminou, as vendas CD atingiram 40,59 milhões de unidades, 1,1 por cento acima dos 40,16 milhões de unidades em 2020. O salto deveu-se sobretudo a alguns artistas campeões de vendas que editaram neste formato, como Adele, Taylor Swift, BTS e Olivia Rodrigo. O novo álbum de sucesso de Adele, “30”, foi o CD mais vendido nos Estados Unidos, com um total de 898 mil unidades.

Ainda de acordo com vários meios norte-americanos, em dezembro passado, nos EUA, também o vinil teve a sua maior semana de vendas desde pelo menos 1991, com cerca de 2,11 milhões de álbuns vendidos em apenas sete dias. “30”, de Adele, foi novamente o vinil mais vendido do mês —  e do ano.

ÚLTIMOS ARTIGOS DA NiT

AGENDA NiT