Teatro e exposições

Esta exposição gratuita no Porto mostra pinturas falsificadas de grandes artistas

"A Arte do Falso" reúne falsificações de obras de Picasso, Júlio Pomar ou Mário Cesariny. Mas não só.

Chama-se “A Arte do Falso” e é uma exposição inédita. Não só porque reúne dezenas de falsidades, mas também porque parte das peças expostas foram fornecidas pela Diretoria do Norte da Polícia Judiciária.

Nas paredes da Alfândega do Porto estão várias pinturas apreendidas, que tentam imitar — sem sucesso — o génio de pintores como Pablo Picasso ou os portugueses Júlio Pomar e Mário Cesariny.

“Os temas e os objetos apresentados pretendem trazer ao conhecimento do público narrativas significativas de falsificações e falsificadores, elementos adulterados ou mecanismos de falsificação recolhidos durante os processos de investigação”, revela a organização.

Em exibição não estão apenas pinturas. A coleção inclui moedas e notas falsas, armas e jóias e até automóveis. Tudo objetos apreendidos pela Polícia Judiciária.

“A Arte do Falso” foca-se no “talento, na imaginação, na inteligência, muitas vezes no génio criativo dos criminosos”, apostando em desmascarar “a mentira, a ilusão, a fraude, o engano, que se estende da pintura à moeda, passando pelas armas, pelos automóveis, pelas joias ou por uma máquina que curava todas as doenças”.

A exposição está em exibição desde esta sexta-feira, 9 de outubro. A entrada é gratuita e pode ser feita entre as 10 e as 18 horas de terça a sexta-feira, e das 10 às 19 horas aos sábados, domingos e feriados.

 

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