Este ano, celebra-se o centenário do nascimento de uma das figuras mais icónicas e influentes da cultura pop do século XX. Falamos de Marilyn Monroe, que nasceu a 1 de junho de 1926, nos Estados Unidos. Por todo o mundo têm sido criadas homenagens à atriz e, em Portugal, não é diferente.
Esta quarta-feira, 17 de junho, foi inaugurada no Colombo, em Lisboa, uma exposição internacional intitulada “Marilyn: Icon of the Century”. Encontra-se na praça central do centro comercial, onde irá permanecer até 30 de agosto, e pode ser visitada gratuitamente.
Por lá, vai encontrar obras de arte e objetos que pertenceram a Monroe. A exposição conta com mais de 100 objetos originais, fotografias, documentos, obras de arte e conteúdos multimédia divididos em 12 núcleos, que acompanham a mulher por detrás do mito.
A maioria das peças foram disponibilizadas por Ted Stampfer, colecionador e proprietário da maior coleção privada do mundo dedicada à atriz.

Desde o “Nascimento & Primeiras Influências! (1926 — 1938)” à “Imortalização & Legado” (1962) da atriz, o público poderá conhecer objetos pessoais como fotografias de infância, livros da biblioteca privada, objetos do quotidiano e referências a alguns dos momentos mais emblemáticos da sua carreira, como “Gentlemen Prefer Blondes” e “Some Like It Hot”.
A exposição ainda inclui uma sala imersiva, chamada “FLASH”, onde imagens icónicas de Norma Jeane (nome real da atriz) se transformam numa experiência sensorial. Este espaço convida os visitantes a mergulhar nas memórias de Monroe onde fotografias amplamente reconhecidas ganham uma nova dimensão emocional.
Se desejar tirar fotografias, existem dois spots: um em que se pode simular a icónica cena do vestido branco a esvoaçar e outro que recorda o momento em que a atriz e Jane Russell marcaram em Hollywood as suas mãos no famoso Passeio da Fama.

“Estas peças únicas da vida de Marilyn oferecem-nos uma visão autêntica da pessoa por detrás do ícone e permitem-nos, ainda hoje, aproximarmo-nos da sua verdadeira identidade — uma verdade que perdurou ao longo do tempo”, refere Ted Stampfer, colecionador e curador.
Além da visita livre das 10 horas às 22 horas, ainda há seis visitas guiadas nos dias 20 e 27 de junho, 4, 18 e 25 de julho e no dia 22 de agosto, sempre às 11 horas.
A exposição integra a programação de “A Arte Chegou ao Colombo”, um projeto cultural lançado em 2011 com o objetivo de aproximar o público da arte de forma acessível.
Carregue na galeria para conhecer algumas das peças que poderá encontrar em “Marilyn: Icon of the Century”.







