Teatro e exposições

Já abriu o Museu de Arte Contemporânea no CCB — e vai estar ocupado até domingo

Durante o fim de semana, entre as 10 e as 19 horas, o museu vai receber concertos, visitas guiadas e diversas exposições.

Exposições das coleções privadas de Berardo, de Ellipse, de Teixeira de Freitas, da artista belga Berlinde De Bruyckere e um programa cultural que se prolonga até domingo. Foi assim a inauguração, esta sexta-feira, 27 de outubro, do Museu de Arte Contemporânea do Centro Cultural de Belém (MAC/CCB).

À noite, a partir das 21h30, a programação inclui uma performance musical de João Pimenta Gomes (sintetizador modular) com voz de Carminho, e a atuação de Jonathan Uliel Saldanha, mente criativa responsável por projetos como HHY & The Macumbas. A entrada gratuita.

Durante o fim de semana, entre as 10 e as 19 horas, o museu vai receber concertos, visitas guiadas e atividades pensadas para famílias inteiras. Um dos destaques da programação é a nova exposição “Atravessar Uma Ponte em Chamas”, da artista belga, Berlinde de Bruyckere, concebida especificamente para o MAC/CCB.

A criadora “tem vindo a desenvolver um trabalho no campo da escultura e do desenho de enorme intensidade em torno das grandes temáticas da arte, nomeadamente a morte, a redenção, a dor e a memória”, informou o curador e administrador do CCB, Delfim Sardo.

Este novo espaço ficou com o depósito das coleções Berardo (do qual a organização de Belém se mantém fiel depositário, por decisão judicial), bem como de Ellipse, adquirida pelo Estado em 2022, e de Teixeira de Freitas.

A exposição permanente que vai abrir o Museu chama-se “Objeto, Corpo e Espaço — A Revisão dos Géneros Artísticos a Partir da Década de 1960”, Assim como a “Coleção Berardo do Primeiro Modernismo às Novas Vanguardas do Século XX”, que terá um percurso com núcleos dedicados às principais vanguardas históricas da primeira metade do século XX, como o cubismo, o dadaísmo e o surrealismo.

O MAC/CCB foi criado após a extinção da Fundação de Arte Moderna e Arte Contemporânea — Coleção Berardo. O anúncio foi feito depois de uma denúncia do Ministério da Cultura de um protocolo de comodato assinado entre o Estado e o colecionador de arte, José Berardo. Este passou a vigorar a partir de 1 de janeiro deste ano, sempre com a oposição do empresário.

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