Teatro e exposições

Nova exposição gratuita em Lisboa só tem obras de artistas africanos

Um dos destaques da World African Artists United são as pinturas de Mahi Binebine. O artista de 65 anos nasceu em Marraquexe.
Parece que já tem planos para o fim de semana.

As obras do marroquino Mahi Binebine fazem parte da coleção permanente do Museu Guggenheim em Nova Iorque e do Institut du Monde Arabe, o que comprova a popularidade da sua arte. Se está curioso para descobrir algumas das suas muito elogiadas pinturas, poderá fazê-lo até 7 de junho em Lisboa.

A nova exposição gratuita da World African Artists United, uma plataforma sem fins lucrativos cujo objetivo é promover a arte africana pelo mundo, vai ocupar o número 3 da Rua Castilho com obras de muitos outros artistas africanos e afrodescendentes. A mostra inclui trabalhos de Madou Opa Bathily, ⁠Dieudonne Djiela Kamgang, Houda Terjuman, Alice Marcelino, Mário Macilau e Fidel Évora, entre outros. A organização estendeu o convite a três galerias: a MOVART, African Arty e MRS Arts.

Entre as inúmeras obras expostas, destacam-se as pinturas de Mahi, 65 anos. O pintor nasceu em Marraquexe e mudou-se para Paris em 1980, originalmente para estudar Matemática — uma matéria que acabou por lecionar durante oito anos.

Quando terminou a carreira docente resolveu dedicar-se à pintura e à escrita. Apresentou o seu novo trabalho a 25 de maio na World African Artists United: “Sono da Escrava” é o seu primeiro romance traduzido para português. Conta a história da sua infância na Medina de Marraquexe, bem como a de Dada, uma escrava negra que foi raptada e, depois, vendida.

 

 

 

 

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