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Depp terá de pagar 36 mil euros à instituição a que Heard prometeu doação após o divórcio

Apesar do desfecho favorável do processo que moveu a Heard, as repercussões judiciais relacionadas com a disputa continuam.
Johnny Depp venceu a disputa contra a ex-mulher.

O longo e mediático julgamento que opôs Johnny Depp e Amber Heard terminou com a atriz a ser acusada de difamação. A indemnização atingiu os 15 milhões de dólares. Um mês depois, também Johnny Depp vai ter de pagar 38 mil dólares (isto é, 36 mil euros) a uma organização sem fins lucrativos norte-americana de defesa da liberdade e dos direitos constitucionais.

Durante a polémica disputa judicial, a ex-mulher do ator afirmou ter doado metade do dinheiro que recebeu na sequência do divórcio à União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU). Embora tenha sido provado que tal nunca chegou a acontecer e que as declarações de Heard não correspondiam à verdade, a instituição vai mesmo receber um valor significativo. Porém, o mesmo será pago por Johnny Depp e não pela também atriz.

O nome e documentos da ACLU foram um dos recursos utilizados pela equipa jurídica do ator. Conseguiram provar que Heard nunca depositou o dinheiro que havia prometido, porém, essa obtenção de prova implicou a produção de cerca de 1.900 documentos. Este volume de trabalho motivou a organização a processar o protagonista de “Piratas das Caraíbas”, que quer ser ressarcida pelas despesas e pelo tempo alocado às tarefas relacionadas com as solicitações dos advogados do ator.

Inicialmente, a União Americana pelas Liberdades Civis exigia 86 mil dólares (o equivalente a 82 mil euros) de indemnização. No entanto, esta exigência foi alterada após ter sido apreciada por um juiz, que baixou o valor a pagar por Depp para menos de metade.

Stephanie Teplin, advogada da ACLU, afirmou que a soma inicialmente pedida era “razoável”, tendo em conta os milhares de documentos que o ator pediu à instituição nos últimos seis anos. Por outro lado, Jessica Meyers, que defende Depp, considerou-o um valor “exorbitante e irracional”. O tribunal deu-lhe razão e determinou o pagamento de 38 mil dólares (36 mil euros).

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