Televisão

“Loki”: o vilão favorito dos fãs da Marvel está de volta com uma minissérie

Já estreou na plataforma Disney+. Tem 6 episódios e é inspirada em thrillers como “O Silêncio dos Inocentes” ou “Zodiac”.
Tem seis episódios.

Há mais de uma década que Tom Hiddleston é Loki, o deus nórdico e meio-irmão de Thor que é, por natureza, um vilão — mas que muitos fãs do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) sempre adoraram como um carismático anti-herói. Apesar de ter participado em vários filmes desta gigante saga, a personagem nunca chegou às duas horas de ecrã.

Isso está prestes a mudar com “Loki”, a terceira série da Marvel para a Disney+ — depois de “WandaVision” e “O Falcão e o Soldado do Inverno” —, que estreia esta quarta-feira, 9 de junho, na plataforma de streaming. Ao todo, serão seis episódios.

O protagonista não é o Loki que vimos em “Vingadores: Guerra do Infinito”. É uma variante temporal desta personagem, que não assistiu a esses acontecimentos, mas que apareceu no derradeiro “Vingadores: Endgame”, a pegar no Tesseract e a desaparecer.

É exatamente depois desse momento que arranca a narrativa desta minissérie. A personagem foi detida e está sob custódia da Autoridade da Variante Temporal, uma entidade que previne os problemas causados pelas alterações e desvios nas linhas temporais.

Loki aparece agora longe de tudo aquilo que nos é familiar na personagem. Não há Thor e Asgard está longe, os Vingadores estão no seu caminho e Loki está sem poderes. O que resta? É isso que vamos descobrir ao longo desta produção.

Mobius M. Mobius (Owen Wilson) é o homem que recruta Loki para esta Autoridade da Variante Temporal, para juntos serem uma espécie de dupla de detetives ao serviço da instituição — para prevenir outros incidentes semelhantes, que possam ser catastróficos para o universo.

Isso faz com que saltem de século em século ou de década em década para resolverem casos. Ao mesmo tempo, a narrativa promete manter-se ligada à grande escala do complexo MCU — que agora também é (e cada vez mais) televisivo. 

Curiosamente, tem sido apontado que “Loki” tem uma estética vintage e relativamente obscura — típica dos thrillers e policiais noir. “O Silêncio dos Inocentes”, de Jonathan Demme, e “Zodiac”, de David Fincher, foram apontados como autênticas referências visuais.

A série é realizada por Kate Herron (que tinha dirigido uma série muito diferente, “Sex Education”, na Netflix). Foi ela que insistiu e insistiu até que os produtores e os executivos da Marvel aceitaram que fosse ela a ficar com o cargo em “Loki”.

O elenco inclui ainda nomes como Gugu Mbatha-Raw, Wunmi Mosaku, Erika Coleman, Sophia Di Martino, Richard E. Grant, Jon Levine, Eugene Cordero ou Derek Russo, entre outros.

Em Portugal, a Disney desafiou o artista João Lemos e a fábrica de cerâmica Viúva Lamego para a produção de um painel de azulejos de “Loki”. O resultado está à vista no Marquês de Pombal, junto da estação de metro, em Lisboa. Ao todo são 700 azulejos pintados à mão — numa obra de 15 metros quadrados. Fica por lá até 31 de julho.

Se quiser conhecer outras séries que estreiam este mês de junho na televisão ou nas plataformas de streaming, carregue na galeria.

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