Televisão

“Lou”, o frenético filme de ação da Netflix que está no top em 60 países

O elenco inclui Allison Janney, vencedora de um Óscar, e produção do icónico J.J. Abrams.
É o filme de ação do momento na Netflix

Precisou apenas de quatro dias para conquistar o número um do top dos filmes mais vistos na Netflix. Um feito ao alcance de poucos. Apesar de ser pouco conhecido, a verdade é que “Lou” conta com alguns nomes de peso no elenco.

Allison Janney é a protagonista deste filme de ação. A atriz de 62 anos conquistou o Óscar para Melhor Atriz Secundária pelo seu papel em “Eu, Tonya”, em 2017. À frente do projeto está também J.J. Abrams, como produtor.

Embora não seja um total sucesso entre críticos — com um modesto 67 por cento no site de críticas, Rotten Tomatoes — e mesmo entre o público, que lhe entregou, até agora, uma nota de 63 por cento, a verdade é que alguém anda a ver a produção. E não sou poucas pessoas. O sucesso é de tal forma grande que até empurrou o filme para o número um da lista dos mais vistos, onde se mantém há vários dias em Portugal.

O papel de Janney tem sido comparado ao de Liam Neeson, numa espécie de “‘Taken’ feminista”. A atriz encarna o papel de Lou, uma durona reformada que vive sozinha e esconde um passado violento.

Lou acaba por se cruzar com uma mãe desesperada (Jurnee Smollet), que descobre que a sua filha foi raptada. Decidida a ajudá-la, este mulher misteriosa usa as suas técnicas de sobrevivência — e de luta — para conseguir descobrir o rasto da criança.

À medida que se vão aproximando do alvo, as duas mulheres “testam os seus limites” e “expõem os segredos sombrios dos seus passados”, revela a sinopse. O elenco conta ainda com Logan Marshall-Green, Matt Craven e Ridley Asha Bateman. A realização está a cargo de Anna Foerster.

As comparações com Neeson e o seu “Taken” não são completamente descabidas, já que Janney fez questão de dispensar todos os duplos, para ser ela própria a participar nas cenas mais arriscadas. O treino de combate da atriz ficou a cargo de Daniel Bernhardt, que já preparou atrizes como Charlize Theron ou Halle Berry, esta última para se tornar numa perigosa assassina em “John Wick”. “Sou uma Dirty Harry no feminino”, revelou Janney.

Entre os críticos, há comparações com os típicos thrillers dos anos 80, “num papel que podia ser protagonizado por durões como Schwarzenegger ou Stallone”. O papel de Janney é elogiado, mas as críticas centram-se sobretudo no “argumento pateta” e em “momentos previsíveis”.

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