Televisão

O que revelam as primeiras críticas aos novos episódios de “House of the Dragon”

A prequela de “A Guerra dos Tronos” regressa ao fim de dois anos. O primeiro episódio é lançado na segunda-feira, 17 de junho — e confirma-se uma terceira temporada.

Os longos (quase) dois anos de espera estão prestes a acabar da melhor forma para os fãs de “A Guerra dos Tronos”, com o regresso da segunda temporada de “House of the Dragon” anunciada para segunda-feira, 16 de junho — deverá ficar disponível na plataforma da Max em Portugal no dia seguinte. E como notícia de última hora, revelada esta quinta-feira, 13 de junho, a Max anunciou, sem surpresa, que a produção regressará para a terceira temporada.

Ainda antes de podermos ver os episódios, começam a chegar as primeiras críticas. O primeiro indício daquilo que poderemos esperar do novo capítulo do primeiro spin off da série de sucesso inspirada no mundo criado por George R.R. Martin.

A série deixou-nos numa Westeros à beira de uma guerra sangrenta. A trágica morte de Lucerys, nos últimos instantes do episódio final, selaram um confronto que há muito se anunciava, mas que até então era gerido com pinças.

Na derradeira cena, Rhaenyra recebe a notícia na sala de guerra de Dragonstorm. O seu filho tinha morrido às mãos de Aemond. Acidente ou não, o primeiro grande golpe foi desferido e não há como voltar atrás. A mágoa transforma-se rapidamente em raiva, num volte-face facial de Emma D’Arcy que diz tudo o que é preciso saber sobre a nova temporada. O trailer viria apenas selar o que já se sabia: Westeros vai arder.

A verdade é que “A Guerra dos Tronos” nem sempre se dá bem com momentos épicos. Basta recordar a tão debatida última temporada da série. Mas agora com David Benioff e D.B. Weiss fora do cenário, espera-se que “House of the Dragon” escape aos mesmos erros.

“Até quando se assemelha demasiado à sua lendária antecessora, a série de [Ryan] Condal pinta um retrato arrebatador da fome eterna pela riqueza, poder, prazer e supremacia”, revela a “The Daily Beast”. Já a “Slant” descreve-a como mais “pacata e lenta” do que a primeira temporada, embora igualmente “sangrenta”. “Permite que as personagens se desenvolvam, de forma a que a sua eventual morte carregue outro peso.”

O desenvolvimento das muitas personagens é elogio transversal na primeira remessa de críticas. E se é prometido um banho de sangue, ele não é atirado para cima dos telespectadores desde o primeiro momento.

“Embora leve alguns episódios em crescendo até chegar ao tipo de grandioso e violento espetáculo que a série faz melhor do que qualquer outra, existem uma série de pequenos incidentes para satisfazer a sede de quem vê”, nota o “The Independent”.

Nem tudo são elogios. “Os argumentistas fazem consistentemente a escolha menos desafiante e menos interessante. Há tanto potencial perdido em cada aborrecida decisão e fala desinspirada”, nota o “USA Today”. Já a revista “Rolling Stone” aponta à série o facto de “confundir confusão com complexidade”. “Atiram-nos vagas enormes de personagens indefinidas e desinteressantes, na esperança de que ninguém se importe, porque há dragões.”

“E apesar das falhas do tamanho de Vhagar, ‘House of the Dragon’ continua a ser furiosamente divertida. É todo um evento”, conclui o jornal “New York Post”.

Carregue na galeria para conhecer as novas séries que chegam à televisão em junho.

ÚLTIMOS ARTIGOS DA NiT

AGENDA NiT