Ao contrário do que acontece com a maioria das séries, em “Yellowjackets”, a surpresa está em não ver os protagonistas a morrer. Após três temporadas, com muitos assassinatos, casos de canibalismo e outras mortes macabras, a produção vai chegar ao fim com o quarto volume. Em Portugal, está disponível no catálogo da Max.
“Sempre soubemos que chegaria um momento em que a história nos diria que queria terminar, e acreditamos que o nosso trabalho — a nossa responsabilidade — é ouvir”, afirmaram os criadores da produção, Ashley Lyle e Bart Nickerson. “Contar esta história emocionante, louca e profundamente humana foi uma experiência muito significativa e uma verdadeira honra para nós.”
Descrita como uma mistura entre “Lost” e “O Senhor das Moscas”, entre outras coisas, a narrativa passa-se entre 1996 e a atualidade. Acompanha as Yellowjackets, uma das melhores equipas de futebol feminino do ensino secundário, originárias do estado de Nova Jérsia.
Quando estão a caminho de um jogo do campeonato em Seattle, o avião onde viajam despenha-se algures numa zona remota e rural de Ontário, no Canadá. As raparigas ficam lá retidas durante 19 longos meses, até serem resgatadas. As disputas normais entre adolescentes transformam-se numa luta pela sobrevivência.
Desde o início que “Yellowjackets” se tornou num fenómeno entre os críticos — a primeira temporada tem uma avaliação de 100 por cento no Rotten Tomatoes e a segunda tem 94 por cento. O segundo volume, porém, foi mais polarizador.
O elenco da linha temporal passada conta com nomes como Jasmin Savoy Brown, Sophie Nélisse, Sophie Thatcher e Courtney Eaton. Já o elenco adulto inclui Melanie Lynskey, Christina Ricci, Tawny Cypress, Simone Kessell e Lauren Ambrose.
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