Televisão

“Sullivan’s Crossing” regressa à Netflix com mais romance, segredos e um novo drama

O destino de Sully fica finalmente esclarecido após o incêndio que marcou o final da primeira temporada.

Desde a estreia, em 2023, que “Sullivan’s Crossing” se tornou uma das séries preferidas dos fãs de romances tranquilos, pequenas comunidades e dramas familiares. A segunda temporada chega à Netflix esta terça-feira, 2 de junho, trazendo novos conflitos, segredos e um final da primeira temporada que deixou muitos espectadores em suspense. Os 10 episódios já estão todos disponíveis na plataforma. 

A história continua a acompanhar Maggie Sullivan (Morgan Kohan), uma neurocirurgiã que trocou a vida agitada de Boston pela pequena localidade de Sullivan’s Crossing, na Nova Escócia. Depois de regressar à terra onde cresceu para enfrentar problemas pessoais e profissionais, Maggie acabou por reconstruir a relação com o pai, Sully (Scott Patterson), e aproximar-se cada vez mais de Cal Jones (Chad Michael Murray), o misterioso habitante da vila.

A primeira temporada terminou com um momento dramático. Um incêndio destruiu o restaurante da localidade e Sully ficou preso no interior do edifício depois de ajudar a salvar um jovem. O destino da personagem ficou em aberto, deixando os fãs sem saber se conseguiria sobreviver.

É precisamente a partir desse momento que arranca a nova temporada. Depois do susto provocado pelo incêndio, Maggie regressa ao Crossing para acompanhar a recuperação de Sully, que enfrenta novos problemas de saúde e vê o futuro do acampamento ameaçado por dificuldades financeiras.

Ao mesmo tempo, Maggie continua dividida entre a carreira de neurocirurgiã em Boston e a vida que começou a construir na Nova Escócia. A relação com Cal aprofunda-se ao longo dos episódios, mas o casal enfrenta vários obstáculos, incluindo segredos do passado, tensões familiares e as dúvidas de Maggie sobre onde quer realmente viver.

A temporada acompanha ainda o crescimento da comunidade em torno do Crossing, cidade ficional onde é passa a história, com várias personagens a resolver conflitos antigos e a tentar seguir em frente. Contudo, quando tudo parece finalmente encaminhar-se para um final feliz, a história dá uma reviravolta dramática. Uma tragédia pessoal atinge Maggie nos momentos finais da temporada, alterando completamente o rumo da narrativa e deixando os espectadores perante mais um drama emocional antes do terceiro capítulo.

Tal como aconteceu nos primeiros episódios, a série continua a apostar mais nas relações humanas do que nas grandes reviravoltas. Entre paisagens naturais, reencontros familiares e romances que avançam devagar, “Sullivan’s Crossing” mantém a fórmula que conquistou milhares de espectadores e que a aproximou inevitavelmente de “Virgin River”.

A comparação não é coincidência. Ambas as séries são baseadas nos livros de Robyn Carr e partilham muitos dos elementos que tornaram a autora um fenómeno do romance contemporâneo: pequenas comunidades, personagens emocionalmente fragilizadas e histórias de amor construídas sem pressa.

As críticas à segunda temporada têm sido maioritariamente positivas. No Rotten Tomatoes, a série soma atualmente 80 por cento de aprovação da crítica e 80 por cento de nota positiva entre o público.

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