Alimentação Saudável

A super fruta exótica e pouco calórica que vai limpar o seu organismo

Chama-se pitaya mas é também conhecida como fruta-do-dragão. A nutricionista Bárbara de Almeida Araújo ajuda-nos a desvendá-la.
Para juntar à lista de compras.

Na hora de escolher fruta, é sempre bom encontrar opções frescas e de preferência portuguesas. Agradece o corpo e a economia nacional. Mas o mundo moderno, com tudo o que tem desafiante, também nos dá o privilégio de descobrir frutas de outras paragens — e além de novos sabores, podemos aproveitar uma série de outros benefícios.

Há alguns anos se ouvisse a palavra pitaya não era de estranhar que a sua reação fosse um surpreendido “o quê?”. Hoje em dia, este fruto com origem na região da América central, que também é cultivada em países como a China, Vietname ou o Brasil, encontra-se cada vez mais nas opções de frescos nos nossos hipermercados.

A Pitaya é também conhecida com um nome que impõe respeito: fruta-do-dragão, nome que será inspirado na sua curiosa casca. Mas para lá do aspeto curioso, o que tem de especial? Foi isso que a NiT quis descobrir junto de Bárbara de Almeida Araújo.

Antes de mais, a nutricionista explica-nos que é possível encontrá-la em três variedades, relativamente fáceis de identificar: pitaya-branca (de casca rosa e de polpa branca), a pitaya-amarela (casca amarela e polpa branca) e a pitaya-vermelha (casca vermelha mas também polpa polpa avermelhada).

Embora tenham vários pontos em comum, há pequenas diferenças que as distinguem, além da cor. A amarela, por exemplo, é a mais elogiada pelo sabor mas demora mais tempo a desenvolver-se, razão pela qual é mais difícil encontrá-la à venda (e quando a encontramos, costuma ser mais cara).

“Apesar do seu aspeto exótico, o seu sabor tem sido descrito como uma combinação de kiwi com pera”, realça a autora do blogue “Manias de uma Dietista”. Já do ponto de vista nutricional, Bárbara de Almeida Araújo garante que é rica em ferro, magnésio, vitamina C e possui um baixo teor calórico.

É assim por dentro.

Além disso, “é uma excelente fonte de antioxidantes (com betalaínas, hidroxicinamatos e flavonoides)”. Mas não fica por aqui. “Devido às suas características a pitaya tem vários benefícios para a saúde, podendo ajudar no reforço do sistema imunitário, protege as células contra os danos provocados pelos radicais livres, promove o bom funcionamento intestinal, ajuda a prevenir a anemia.”

Pelo seu baixo valor calórico, a nutricionista considera que pode ser uma boa opção inserir este fruto na alimentação, “especialmente para quem está a seguir uma dieta de emagrecimento”. A porção recomendada é equivalente a meia pitaya. Para a comer, deve cortar a fruta ao meio e retirar a polpa.

“A polpa pode ser usada em saladas, sumos, gelados ou consumida ao natural como sobremesa ou snack”, sugere a nutricionista. Depois de aberta, deve guardar num recipiente no frigorífico ou pode congelar para comer mais tarde.

A Deco preparou um ranking das frutas menos calóricas, típicas do verão. Carregue na galeria para as descobrir quais são e quantas calorias pode encontrar em cada porção.

ÚLTIMOS ARTIGOS DA NiT

AGENDA NiT