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Jejum intermitente

A famosa dieta troca as voltas aos modelos tradicionais. Ao contrário de nos indicar um plano estrito de alimentos que devemos e que não devemos ingerir, aposta numa distribuição exigente dos momentos em que devemos ingerir alimentos. É, também por isso, altamente variável.

Um dos métodos mais populares é o que recomenda limitar a ingestão a 500 calorias durante dois dias por semana, sendo os outros de consumo livre. A versão mais radical recomenda eliminar as 500 calorias e fazer um jejum total durante 24 horas — o que implica que ingira apenas líquidos como água, chá ou café.

Outra opção: passar 14, 16 ou 18 horas em jejum absoluto, sendo livre de comer o que quiser nas restantes seis a dez horas.

Simplificando a forma como esta dieta atua: ao restringirmos o consumo calórico, forçamos o corpo a recorrer às gorduras armazenadas, ao invés de as manter no sítio, gastando apenas as calorias ingeridas nas refeições normais para os gastos do dia a dia.

"Apenas adultos saudáveis o podem fazer. Crianças, mulheres grávidas ou a amamentar, diabéticos, mulheres com história de amenorreia ou que estejam a tentar engravidar não podem realizar estes métodos. Pessoas com história de distúrbios alimentares, que estejam a tomar medicação ou com alguma patologia também não o devem fazer”, revelou a nutricionista Bárbara de Almeida Araújo à NiT, num artigo completo que pode e deve ler para saber mais sobre o jejum intermitente.

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