Alimentação Saudável

Descobrimos as piores pipocas à venda nos supermercados portugueses

É um dos snacks preferidos de miúdos e graúdos, porém as opções que encontramos nos supermercados são pouco saudáveis.
Daqueles snacks que fazem parte da nossa vida toda.

Quando pensamos em pipocas, das duas uma: ou imaginamos logo um balde de tamanho XXL comprado com o bilhete de um filme, ou uma tarde de domingo passada no sofá a ver filmes e séries na televisão. Ambas são problemáticas: tanto as versões que encontramos à venda nas salas de cinema, como as dos supermercados têm demasiado açúcar. E não são propriamente amigas da dieta. Porém, não precisa de deixar de as comer (de vez em quando, claro). A solução é saber quais é que deve mesmo evitar.

À primeira vista, este alimento parece ter tudo para ser saudável. “Feitas a partir de milho são ricas em fibra, antioxidantes, ferro, magnésio, zinco, fósforo, potássio e vitaminas do complexo B. Além disso, são saciantes e têm um valor calórico baixo (uma chávena tem cerca de 30 calorias). Mas, claro, sem adição de manteiga ou açúcar”, diz à NiT a nutricionista Bárbara de Almeida Araújo. Adições estas que algures no tempo se tornaram banais e tornaram as pipocas (ainda) mais viciantes. 

Se forem realmente simples a especialista em nutrição revela que são uma boa opção para inserir na alimentação. Porém, as versões que encontramos à venda nos supermercados — tanto as já prontas, como as que se preparam no microondas — estão carregadas de ingredientes pouco interessantes. Óleo de palma, corantes, açúcar refinado e sal, são alguns dos exemplos que encontramos na composição destes snacks.

“Da lista de ingredientes o pior é mesmo o açúcar”, afirma a especialista em nutrição. A quantidade deste ingrediente “pode ser um fator decisivo entre as tantas marcas disponíveis no mercado”, acrescenta. Além deste, a nutricionista considera que é também importante considerar os teores de sal, corantes e gorduras hidrogenadas.

Nas idas ao supermercado é fundamental estar atento à lista de ingredientes dos produtos. No caso das pipocas, Bárbara de Almeida Araújo aconselha a optar por aquelas onde o açúcar não é um dos três primeiros ingredientes e privilegiar aquelas sem corantes e gorduras.

Para evitar tudo isto, uma versão caseira será a melhor opção: “É tão fácil e rápido fazer pipocas da forma tradicional que não sei porque muitas pessoas ainda compram as industrializadas. E sai mais barato comprar o milho para pipocas”, explica a especialista, acrescentando que quando feitas em casa, a combinação de sabores pode ser enorme. E para o provar deixa uma receita bem simples e saudável:

Do que precisa

— 3 a 4 colheres de sopa de milho para pipocas;
— 3 a 4 colheres de sopa de água;
— 1 colher de chá de óleo de coco;
— canela em pó (opcional).

Como se faz

Num recipiente próprio para levar ao microondas, coloque o milho, a água e o óleo de coco. Misture bem e tape com película aderente. Utilizando um palito, faça alguns furos na película para permitir a libertação do vapor.

Em seguida, leve ao microondas durante entre quatro a seis minutos (o tempo depende da potência do microondas). No final, se quiser, polvilhe com canela em pó a gosto. Se preferir pipocas salgadas pode colocar uma pitada de sal e ervas aromáticas.

No entanto, como é provável que acabe por comprar uma embalagem no corredor dos snacks, fizemos uma lista com as piores pipocas que pode escolher, com a ajuda da especialista.

Carregue na imagem e descubra as piores pipocas à venda nos supermercados, da melhor opção àquela que deve mesmo evitar, segundo nutricionista Bárbara de Almeida Araújo.

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