Ginásios e outdoor

A tendência de treino caseiro que todos podem fazer (e que veio para ficar)

Em tempos de pandemia, há cada vez mais personalidades no mundo fit com rotinas de treino baseadas em indoor walking.

É daquelas recomendações para qualquer idade: uma simples caminhada de meia hora por dia tem benefícios a nível cardiorrespiratório, mas também de gasto calórico. Não é acaso uma das poucas exceções no tempo em que as regras de confinamento estavam mais apertados ser para um passeio higiénico.

Ainda assim, se há algo que a pandemia nos trouxe, é todo um novo mundo de atividades que se podem fazer em casa para continuarmos ativos. Durante o confinamento, muitos ginásios apostaram mais em treinos online, vimos influencers a ganhar cada vez mais atenção e a própria NiT aproveitou para lhe contar histórias de pessoas que conseguiram perder peso, mesmo durante a pandemia.

É normal que com o regresso dos ginásios, que reabriram no passado dia 5 de abril, muita gente esteja já a aproveitar para retomar a rotina de treino de outros tempos. Mas uma coisa parece certa houve mudanças em tempos de pandemia que, ao contrário do que se possa pensar num primeiro momento, não são passageiros.

Uma das tendências que cresceu e que se tornou tendência que parece ter vindo para ficar, é o indoor walking. Os leitores mais familiarizados com o inglês até já poderão desconfiar do que se trata: caminhar dentro de casa (numa tradução livre).

Não, pense, no entanto, que estamos a falar de uma aborrecida e muito limitada caminhada dentro de casa, pelas diversas divisões. E não, também não precisa de sobrecarregar a carteira a investir numa passadeira. Nada disso.

Nesta modalidade não precisamos mais do que um metro quadrado. O importante é o ritmo e a variedade que se vai imprimindo, como num exercício simples de step, em que na prática não precisa de aparelho algum.

Como em muitos outros exercícios, aqui trabalha-se entre intervalos de treino mais intenso e de repouso, sendo que na fase de repouso pode simplesmente abrandar o exercício, até voltar a subir de intensidade.

Se quiser experimentar, sugerimos uma rotina da instrutora de fitness Holly Dolke super simples e que só lhe vai ocupar 15 minutos, o que quer dizer que mesmo nos dias mais atarefados há margem para reservar uns minutos para se manter em forma. O corpo e a mente irão agradecer.

O indoor walking permite incluir variedade na tal caminhada no mesmo espaço. Há exercícios que se podem orientar para os glúteos, ou para trabalhar a zona abdominal. Pode ir elevando os joelhos ou incluir movimentos coordenados laterais. Pode também juntar outros movimentos, combinando elevações à vez de cada perna (como quem dá um pontapé), acompanhadas pelo braço oposto (mão esquerda toca na ponta do pé direito, e vice-versa). E logo de seguida experimentar o mesmo mas com joelhos e cotovelos.

Uma das grandes vantagens, como destaca a “Vogue”, é o facto de ser super versátil e simples para qualquer principiante. Com o tempo, não só pode juntar mais movimentos e exercícios mais intensos, como pode prolongar a duração da tal caminhada dentro de portas. E há sempre maneira de juntar uns pesos ou umas fitas elásticas de treino

Tanto no Instagram como no YouTube multiplicam-se rotinas de treino de 15 minutos, meia hora e mais de indoor walking. Se tiver um pedómetro, vai ver que 15 minutos no mesmo lugar chegam para fazer uns poucos milhares de passos (e queimar calorias pelo meio).

Caminhar tem a vantagem de ser um exercício de impacto mais leve do que uma corrida, mais uma razão pela qual o indoor walking funciona para todo o tipo de pessoas, é só uma questão de escolher a duração e intensidades que mais se adequam às suas capacidades e necessidades.

À procura de outras sugestões de treino em casa? Não há nada como seguir algumas das figuras fit que mais se têm destacado online. Carregue na galeria algumas das estrelas do mundo do fitness que se têm destacado e que vale a pena seguir.

 

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