Saúde

Só cerca de 23% dos membros das mesas de voto foram vacinados contra a Covid-19

Foi antecipada a vacinação dos profissionais do ensino superior e das forças de segurança para evitar desperdício de recursos.
Pouca afluência na dose de reforço.

Menos de 20 mil membros das mesas de voto das eleições legislativas foram inoculados. Estavam previstas mais de 90 mil doses de vacinas contra a Covid-19 para este grupo. Os números são avançados pela Associação Nacional das Unidades de Saúde Familiar.

O coordenador da task-force da vacinação, disse que a “fraca afluência” durante a manhã de sábado, 15 de janeiro, levou à antecipação da vacinação de outros grupos, como entidades do ensino superior e autoridades. A sua vacinação só estava prevista para o início da semana.

Apenas foram gerados “menos de 20 mil códigos” de vacinação, de acordo com o presidente da Associação Nacional das Unidades de Saúde Familiar. As pessoas que vão trabalhar nas legislativas “foram quase todas vacinadas no sábado”. Menos de um terço das pessoas envolvidas no processo eleitoral receberam a dose de reforço, na maioria dos casos porque não cumpriam os critérios para serem inoculados.

Uma parte deles por serem demasiado jovens, e ainda não terem completados os 150 dias para receber a dose de reforço, ou mais velhos, já tendo por isso recebido a inoculação. Há ainda “alguns casos” de infeção recente com Covid-19.

A task-force decidiu antecipar a vacinação de outros grupos, cujo processo de reforço da imunização estava agendado para começar apenas nesta segunda-feira, 17 de janeiro, como foi o caso dos profissionais das forças de segurança (PSP, GNR e SEF) e também dos professores e funcionários não docentes do ensino superior, cuja chamada para a vacinação foi dada a conhecer durante a tarde de sábado, 15 de janeiro, pela Direção-Geral da Saúde.

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