Saúde

Apesar de algumas queixas, mais de 156 mil pessoas já agendaram online a vacinação

O portal foi lançado há uma semana e tem tido bastante adesão por parte dos portugueses.
Portal foi lançado há uma semana.

Foi há uma semana que os portugueses começaram a marcar a sua vacinação, através do Portal do Auto-Agendamento para Vacinação contra a Covid-19. Nas primeiras horas, cerca de 50 mil conseguiram agendar a vacinação. Uma semana depois, mesmo com algumas queixas pelo meio, mais de 156 mil já conseguiram tratar do processo online.

Os números foram divulgados na imprensa portuguesa esta sexta-feira, 30 de abril, após informações da tutela de Saúde enviadas à agência Lusa. Os 156 mil que trataram do auto-agendamento fizeram-no até ao final de quinta-feira, 29 de abril.

Nesta fase é a população a partir dos 60 anos que está a ser vacinada e que podem já inscrever-se, independentemente de terem outros problemas de saúde ou não. Em função das vagas existentes, quem acede ao portal pode escolher o local e a data de vacinação. No caso de não haver vagas para o local escolhido, pode optar por ficar em lista de espera ou selecionar outro local.

Tratada esta parte do processo, receberá mais tarde uma SMS com mais indicações. Nesta fase, o envio da SMS referida está dependente de o utente não ter sido ainda convocado para vacinação ou não ter contraído Covid-19, como explicou o Ministério da Saúde no lançamento do portal. No dia agendado, só tem de se deslocar até ao local para tomar a vacina. O formulário destina-se apenas ao pedido de agendamento da primeira dose.

Embora tenha havido algumas queixas de utilizadores, que sentiram dificuldade no agendamento, o processo é considerado positivo pelo governo. António Lacerda Sales, secretário de Estado da Saúde, deu conta disso mesmo em declarações à imprensa durante uma visita ao hospital de Caldas da Rainha esta sexta-feira. “Tem havido muitas pessoas a recorrer ao auto-agendamento, o que significa que há confiança no processo e as pessoas até demonstram ansiedade em se vacinarem”, afirmou.

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