Saúde

Centenas de vacinas destruídas em Penafiel por causa de problemas de refrigeração

As vacinas iam ser administradas a profissionais de saúde. O caso está a ser investigado.
Eram para profissionais de saúde.

Um problema de refrigeração ocorrido no Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, em Penafiel, levou à destruição de centenas de vacinas. O caso já levou à abertura de um inquérito.

Segundo a “TVI24”, ao todo foram afetados 113 frascos, o equivalente a 600 doses da vacina que estavam previsto ser administradas a profissionais de saúde daquele hospital. Na origem do problema terá estado uma “utilização inadequada do sistema de refrigeração da farmácia do hospital”, explicou fonte hospitalar à mesma cadeia televisiva.

Reconhecendo a “sensibilidade” e “relevância social” da situação, o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa adianta que, além da abertura do inquérito, já procedeu ao reforço das medidas de vigilância para proteger as vacinas.

Recorde-se que foi a 27 de dezembro que o plano de vacinação contra a Covid-19 começou em Portugal. A vacina da Pfizer, a primeira a chegar a Portugal, precisa de ser conservada a 70 graus negativos. A da Moderna, que começou a ser administrada em janeiro, tem de ser preservada a cerca de 20 graus negativos.

Portugal continua a viver um segundo período de confinamento mas a situação no País mantém-se difícil. O boletim da Direção-Geral de Saúde desta quarta-feira, 27 de janeiro, deu conta de mais 15.073 infetados pelo novo coronavírus no nosso País e mais 293 mortes. O número total de casos confirmados é de 668.951. Ao todo, registaram-se 11.305 vítimas mortais por complicações causadas pela Covid-19 

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