Saúde

Deco alerta: há uma máscara insegura à venda em Portugal

Deveria filtrar, pelo menos, 95 por cento das partículas de pequena dimensão, mas isso não acontece.
Atenção. Muita atenção.

As máscaras de proteção são agora um equipamento comum na vida de toda a gente, uma realidade imposta pela pandemia provocada pelo novo coronavírus. No entanto, nem todas são eficazes. No dia 8 de junho, a Deco alertou para uma máscara insegura à venda em Portugal.

“A máscara Mei Shu Hu KN 95 não deveria estar no mercado, segundo o Sistema de Alerta Rápido para Produtos não Alimentares da União Europeia, mas encontrámo-la à venda por cá. Já alertámos a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica”, pode ler-se numa nota publicada no site oficial.

Segundo a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, o produto está rotulado como FFP2, pelo que deveria filtrar, pelo menos, 95 por cento das partículas de pequena dimensão. Porém, retém, no máximo, 93 por cento, de acordo com o site do Sistema de Alerta Rápido para Produtos não Alimentares (Rapex). Além disso, não se adapta bem à cara. 

A inconformidade, notificada pela autoridade belga, implica a retirada do produto do mercado em todos os Estados-membros e a recolha do que já foi vendido aos consumidores.

“Uma quantidade excessiva de partículas ou microrganismos pode passar pela máscara, aumentando o risco de infeção”, diz o Rapex.

Aos consumidores que adquiriram máscaras Mei Shu Hu KN 95, a Deco recomenda que não as usem  e peçam a devolução do valor que pagaram por elas.

O produto em causa.

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