Saúde

Graça Freitas avisa que mesmo com máscara não se pode estar “frente a frente”

A declaração surgiu no seguimento do regresso dos alunos às escolas, mas aplica-se à vida em geral.
Todos os cuidados são poucos.

“Não há risco zero em nada na nossa vida social, de relação, laboral”, disse Graça Freitas, diretora-geral da Saúde, em conferência de imprensa, esta quarta-feira, 6 de maio. O que se está a fazer, garantiu, é aplicar um conjunto de regras para minimizar o risco.

As declarações surgiram por causa do regresso às aulas do 11.º e 12.º anos, assim como do receio dos pais em deixar os filhos irem para as escolas, mas as palavras da diretora-geral da Saúde aplicam-se à vida em geral, tendo de voltar à rotina enquanto dura a pandemia.

Graça Freitas explicou que, além das medidas que DGS toma, outro grande grupo de medidas tem a ver com os comportamentos.

“Um jovem pode ter um comportamento seguro fora do ambiente escolar como dentro da escola. Vamos recomendar que este regresso seja feito de forma ordeira e respeitando todas as regras. Devemos voltar às aulas com toda a confiança, desde que se garanta que toda a comunidade escolar vai contribuir para este esforço”, disse.

E continuou: “Através do distanciamento, da higiene nas mãos, da etiqueta respiratória e do uso de máscara. Mas o uso de máscara não leva a que as pessoas possam conviver frente a frente e de perto.”

Na mesma conferência, a diretora-geral da Saúde disse que a população poderá ter de viver com este vírus durante meses ou anos, ainda que depois seja de forma controlada.

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