saúde

Janssen: estudo recomenda segunda dose da vacina para garantir eficácia contra variantes

Conclusões indicam que a toma única não é suficiente para travar a doença provocada pelas estirpes Delta e Lambda.
É preciso um reforço para ser eficaz.

A vacina da Janssen é de toma única, mas a eficácia contra as novas variantes da Covid-19 pode estar comprometida. Um novo estudo realizado nos Estados Unidos diz mesmo que deve ser tomada uma segunda dose de forma a reforçar a vacinação e prevenir contra as doenças graves que podem ser causadas.

O estudo da Universidade de Nova Iorque ainda não foi revisto ou publicado por uma revista científica e baseou-se numa série de experiências de sangue em laboratório e não em pessoas que de facto tinham tomado esta vacina.

Os autores do estudo referem que este reforço a ser dado deveria ser feito com um dose da vacina de outros laboratórios, nomeadamente da Pfizer ou da Moderna.

A mensagem que queremos passar é que as pessoas não deixem de tomar a vacina da Johnson & Johnson, mas esperamos que, de futuro, haja um reforço com outra dose desta mesma vacina, ou da Pfizer ou Moderna”, disse o virologista Nathaniel Landau, um dos responsáveis pelo estudo, ao jornal norte-americano “The New York Times”.

Tal como em Portugal, também nos Estados Unidos, a variante Delta é dominante no número de casos de Covid-19 e representa já mais de 80 por cento das infeções.

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