Saúde

Falta de médicos irá condicionar o funcionamento de 36 urgências na próxima semana

Os profissionais de saúde ainda não chegaram a um acordo com o Governo, por isso, continuam em greve às horas extraordinárias.
O cenário mantém-se.

A falta de médicos irá afetar o normal funcionamento de 36 serviços de urgências em todo o País, entre 27 de novembro e 2 de dezembro. A previsão foi divulgada esta sexta-feira, 24 de novembro, pela Direção Executiva no Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS).

As especialidades de pediatria, ginecologia e obstetrícia e cirurgia geral são as mais afetadas. No entanto, há também hospitais — como o de Guimarães, Viana de Castelo, Santarém, Guarda e Leiria — em que Via verde coronária não estará a funcionar durante este período.

Na região norte, com 29 pontos de urgência, serão afetados 11 em algumas especialidades, como Chaves, Braga e Viana do Castelo. No centro do País estarão limitados seis dos 17 pontos e em Lisboa e Vale do Tejo 13 das 19 estarão a funcionar condicionadas. O Alentejo tem três das 12 unidades a trabalhar condicionadas. No Algarve haverá dificuldades em nos hospitais de Faro (pediatria e cirurgia geral) e Portimão (pediatria, a 26 e 30).

A DE-SNS admite que, face às condicionantes da situação atual, pode haver constrangimentos acrescidos — com principal impacto nos casos menos graves. A direção-executiva pede a todos os pacientes que contactem a Linha de Saúde 24 antes de se dirigirem às urgências. A entidade recomenda aos cuidados de saúde primários que se reorganizem e que assegurem atendimento não programado, nomeadamente para doentes agudos.

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