Saúde

Fim do isolamento: DGS pede cuidados redobrados aos infetados com Covid-19

A Direção-Geral de Saúde admite uma possível subida de casos nos próximos meses e está preparada para "rever a estratégia".
Recomendações DGS.

No último sábado, 1 de outubro, recebemos a notícia pela qual ansiávamos há dois anos. A Covid-19 passou a ser tratada como as outras doenças e, por isso, foi decretado o fim do isolamento obrigatório para quem está infetado. No entanto, a diretora-geral da Saúde, Graças Freitas apela aos que testarem positivo para o SARS-CoV-2 que mantenham a preocupação de proteger os outros.

Cabe a cada um , consonante a gravidade dos sintomas, decidir se ficam insolados ou não. Porém, a diretora-geral da Saúde, em declarações à TSF lembrou que caso não fiquem, devem limitar o contacto com pessoas mais vulneráveis e recorrer ao uso de máscara. As medidas de etiqueta respiratória são também indispensáveis.

“Temos em relação às doenças que se transmitem — e a Covid-19 é uma delas, não a única — uma obrigação social de proteger os mais vulneráveis e proteger os outros”, lembra Graça Freitas.

Com a chegada dos meses frios é esperada uma subida do número de casos no inverno, mas com “baixo impacto” no Serviço Nacional de Saúde, com menos internamentos, explicou a diretora geral da Saúde ao mesmo meio. “Se houver algum sinal de alerta estamos disponíveis para rever a estratégia em curso.”

A decisão de acabar com o isolamento obrigatório, justifica a responsável da DGS, parte da necessidade de “tratar todas as doenças com equidade para que nenhuma fique para trás”, ainda que a evolução da Covid-19 se mantenha sob vigilância das autoridades de saúde.

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