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Saúde

Foram detetados mosquitos transmissores da dengue no Algarve

As autoridades estão a pedir ajuda para reduzir os locais de criação de mosquitos invasores.
Atenção, atenção.

Este domingo, 15 de novembro, as autoridades de saúde do Algarve pediram a ajuda da população para uma importante missão: reduzir os locais de criação de mosquitos invasores que transmitem doenças como a dengue, febre amarela ou zika. Foram detetados casos em Loulé e em Faro.

No entanto, a delegada de Saúde do Algarve, em declarações à agência Lusa, citada pela “TVI24”, revela que não há razão para alarmes, já que não há registo de mosquitos infetados com qualquer uma destas doenças no Algarve. Embora o mosquito esteja presente na região, teria primeiro de picar pessoas doentes para haver transmissão.

Ana Cristina Guerreiro explica que o aedes albopictus — o nome científico desta espécie de mosquito —, gosta de “pequenas quantidades de água limpa”, como a que fica nos “pratos dos vasos, nos pneus dos automóveis ou em recipientes naturais”.

Por outro lado, o mosquito “não gosta de sapais ou de água salobra”, procurando zonas onde se acumule “água da chuva ou da rega”, pelo que incita os cidadãos a reforçar a atenção a estes locais, procurando “reduzi-los”.

A autoridade de saúde desta região já fez ações para que os funcionários do município, como jardineiros, saiba o que podem fazer reduzir a multiplicação deste mosquito.  A responsável destaca também a necessidade da população se proteger da picada dos mosquitos com a colocação de redes nas janelas das habitações ou o uso de repelente.

Neste momento, há armadilhas espalhadas por vários pontos dos municípios de Faro e Loulé. Ao mesmo tempo, é feita a monitorização ativa do mosquito transmissor do vírus do Nilo, uma vez que este pode ter “transportado pelas aves migradoras.

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