Saúde

Fundação Champalimaud recebe 50 milhões para a investigação do cancro do pâncreas

A doença é responsável pela morte de cerca de 1300 pessoas no País e mais de 330 mil no mundo por ano.
Há novidades no campo da saúde.

A Fundação Champalimaud vai receber 50 milhões de euros para financiar a investigação na área do cancro do pâncreas. A doação será feita pelo grupo Würth, uma gigante alemã especialista em materiais de construção, e será repartida pelos próximos 10 anos, anunciou a organização portuguesa esta sexta-feira, 24 de novembro.

“Estamos muito gratos pelo apoio do grupo e da Fundação Würth, sem fins lucrativos, uma vez que facilita muitos anos de investigação sobre o cancro. Esta subvenção vai ajudar-nos a fazer novos progressos e a prestar melhores cuidados aos doentes com cancro do pâncreas em todo o mundo”, sublinhou a presidente do Conselho de Administração, Leonor Beleza, no anúncio da entrega do apoio.

O cancro do pâncreas é responsável pela morte de cerca de 1300 pessoas no País e mais de 330 mil no mundo por ano — e Portugal quer mudar esses números. A doença “continua a ser um dos mais mortais e, ao mesmo tempo, um dos menos investigados”, por isso, a ex-ministra da Saúde assume que “é obrigação” da instituição “tratar as questões difíceis do ponto de vista científico”.

Com este dinheiro, médicos e cientistas juniores e seniores vão trabalhar em conjunto no centro de investigação para acelerar os avanços críticos e assim permitir que a patologia possa ser combatida.

“Ao contrário de muitas outras doenças, inclusive muitos outros cancros, o progresso que se tem sido feito para conhecer a doença e para controlar tem sido reduzido”, concluiu Leonor Beleza.

 

 

 

 

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