saúde

Governo aumenta valor da comparticipação dos testes rápidos de antigénio

Numa altura em que passam a ser pedidos para entrar em mais espaços, a medida surge para facilitar a testagem no País.
Os testes antigénio são feitos em farmácias e laboratórios.

Os testes rápidos de antigénio de uso profissional eram comparticipados pelo Governo em 10€. Desde quinta-feira, 3 de dezembro, que o apoio passa a ser de 15€. Este aumento surge numa altura em que este tipo de testes passou a ser pedido no País para o acesso a mais espaços,  devido à situação de calamidade.

Outro dos objetivos passa por alargar a testagem e conseguir controlar melhor os surtos. Estes testes são feitos em laboratórios e também em farmácias que tenham aderido ao programa do Executivo.

A adesão é voluntária e, neste momento, nos 278 concelhos do País, em pelo menos 216 existe um laboratório a fazer este tipo de exames de forma comparticipada. O apoio, de mais 5€, deverá estar em vigor até ao final do ano.

Na última contagem feita pelo Governo, existem mais de 160 laboratórios e 1300 farmácias a realizar estes testes rápidos de uso profissional.

Desde 1 de dezembro, que no acesso a bares, discotecas e alguns eventos é exigido um teste negativo. Terá de ser PCR, antigénio ou de recuperação (com mais de 11 e menos de 180 dias). Pode ser também apresentado um teste com resultado negativo feito em laboratório ou farmácia, como é o caso destes comparticipados. Deixam de ser válidos os testes rápidos feitos à porta.

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