Saúde

Infarmed diz que não há necessidade de administrar uma terceira dose da vacina

Regulador descarta, para já, essa hipótese. Mas já assegurou a compra de mais 24 milhões de vacinas.
Centro de vacinação.

Em Espanha já é certo. França está ainda a estudar, mas é mais do que provável que avance para a administração de uma terceira dose da vacina contra a Covid-19 para reforçar a imunidade da população. Contudo, em Portugal, o Infarmed diz que, para já, não haverá necessidade desse reforço.

A propósito da eventual aplicação de uma terceira dose no nosso País, o regulador da área dos medicamentos no nosso País emitiu esta sexta-feira, 23 de julho, um esclarecimento em que refere que “a informação disponível até à data não permite concluir sobre a necessidade, e momento, de realização de reforço vacinal, prevendo-se, portanto, o esquema vacinal aprovado na Autorização de Introdução no Mercado atribuída pela Agência Europeia de Medicamentos”.

O Infarmed não descarta, contudo, esta possibilidade no futuro. E diz que está, em conjunto com a Direção-Geral da Saúde, está “a acompanhar os dados técnico-científicos à medida que estes se encontram disponíveis, nomeadamente visando a ponderação, no Plano de Vacinação contra a Covid-19, da eventual necessidade de doses adicionais ao esquema aprovado para algumas populações mais vulneráveis”.

Ainda esta sexta-feira, o mesmo regulador anunciou que, para “acautelar uma possível terceira dose” e “o desenvolvimento de vacinas adaptadas a novas variantes” já há dois contratos com os laboratórios BioNTech/Pfizer e Moderna para o fornecimento de 14 milhões de vacinas adicionais para a Covid-19. Além disso, e já para 2023, Portugal já contratualizou com o consórcio BioNTech/Pfizer mais de 10 milhões de vacinas, num total de 24 milhões de doses.

ÚLTIMOS ARTIGOS DA NiT

AGENDA NiT