Saúde

Ministra da Saúde pede que hospitais abram já todas as camas disponíveis

Marta Temido quer que se disponibilize o máximo das capacidades para combater pior fase da pandemia.
Houve nova reunião na sede do Infarmed.

Com a região de Lisboa e Vale do Tejo a registar o maior número de novos casos diários e várias unidades hospitalares no limite, a ministra da Saúde reuniu-se com os hospitais de Lisboa, esta quarta-feira, 27 de janeiro. O encontro, que pretendia avaliar a capacidade instalada, acabou com um alerta para que todos se mobilizem da mesma forma e que disponibilizem já o máximo das suas capacidades para se combater a pior fase da pandemia.

A notícia avançada pelo “Diário de Notícias” fala de um pedido que foi entendido “como sendo mais um recado para os hospitais que ainda não atingiram a sua taxa de esforço”, como os do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central (CHULC) — S.José, Capuchos, Santa Marta, Dona Estefânia, Curry Cabral e Maternidade Alfredo da Costa — e do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN) — Santa Maria e Pulido Valente.

Segundo a mesma publicação, à data de 22 de janeiro, estes hospitais verificaram uma taxa de esforço de 25 e 32,1 por cento, respetivamente, enquanto as outras unidades da periferia da capital já estavam com taxas acima dos 40, 50, 60 e 70 por cento.

O CHULC e o CHULN “já se estão a preparar para abrir mais camas nas próximas horas e dias”. No caso do Lisboa Central, deverá ser aberta mais uma enfermaria no Curry Cabral e mais camas em unidades de cuidados intensivos.

O apelo chega um dia depois de as administrações de sete hospitais pedirem maior equilíbrio na distribuição dos doentes.

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