Saúde

Nova Iorque quer substituir profissionais de saúde que recusam vacina por militares

Prazo de vacinação vai até à próxima segunda-feira. Cidade quer acautelar falhas de pessoal.
Pressão aumenta para não vacinados.

Nova Iorque está a ponderar recorrer a militares com formação em saúde da Guarda Nacional para substituir profissionais de saúde da cidade que optem por não se vacinar contra a Covid-19 ou que se encontrem fora do estado.

A notícia é avançada pelo “The New York Times”, que adianta que o prazo para quem ainda não se vacinou termina na próxima segunda-feira, 27 de setembro. A substituição, ainda que temporária, é uma das soluções pensadas para suprir uma eventual falta de pessoal.

Nos EUA, 55 por cento da população já completou o esquema de vacinação mas nas semanas mais recentes o processo de vacinação tem abrandado. É precisamente nos estados com menor percentagem de população vacinada que os números mais têm subido, o que tem aumentado também a pressão sobre os hospitais.

O gabinete do governador de Nova Iorque tem aumentado a pressão para que os profissionais de saúde se vacinem. Uma das medidas anunciadas passa por despedir quem recusar a vacina, além de perder o direito a seguro de desemprego — a única exceção são os casos em que há razões médicas para a recusa. Nestes casos será preciso apresentar atestado de um especialista que o justifique. 

Nova Iorque admite ainda declarar estado de emergência. Entre outras coisas, esta opção permitiria mais facilmente admitir a entrada de médicos e enfermeiros de outros estados, além de jovens licenciados ou profissionais de saúde já aposentados

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