Saúde

O truque mais básico (e improvável) para parar de roer as unhas

Este hábito chama-se onicofagia e tem consequências negativas para a saúde.
É uma ação associada ao nervosismo.

É talvez um dos hábitos mais comuns, apesar de poder trazer algumas consequências negativas para a saúde. Há quem roa as unhas quando está nervoso, sem nada para fazer, ou quase a toda a hora. Este ato chama-se onicofagia e, além de esteticamente não favorecer a mão, pode mesmo ser a causa de algumas infeções.

Uma vez que utilizamos as mãos constantemente, e ao longo do dia agarramos em vários objetos, é possível que tenha muitas bactérias na zona das unhas, onde se incluem a Salmonella e a E.coli – ambas podem causar infeções gastrointestinais.

Richard Scher, membro da Academia Americana de Dermatologia, explicou à “Time”, em 2014, que quem rói as unhas por longos períodos tende a sofrer de uma infeção na pele que rodeia a unha. É o chamado panarício, que se apresenta com vermelhidão, calor e inchaço da pele ao redor da unha, e dor.

Há quem experimente vários truques e produtos que prometem acabar com este vício, e os resultados podem variar de pessoa para pessoa. Foi o que fez a jornalista Emily Rekstis, da revista “Self”. Experimentou cinco truques e apenas um deles, que qualquer pessoa pode implementar, funcionou.

O truque mais básico (e improvável) para parar de roer as unhas

Em primeiro lugar, Rekstis testou colocar as mãos em água, passar por sal, e sacudir o excesso. O objetivo é que o sal deixe um sabor desagradável na boca, quando se morde os dedos. Porém, não resultou.

De seguida, esfregou pimento jalapenho, que é extremamente picante, nas unhas. Apesar de funcionar muito melhor, a jornalista sentiu que o sabor desaparecia ao fim de uma hora.

Testou também andar com uma tesoura consigo para cortar as cutículas, e assim não as conseguir puxar com os dentes, e ainda usar um elástico no pulso, para manter as mãos entretidas. No entanto, foi apenas o quinto truque que pareceu resultar.

Altamente improvável, por parecer a ideia mais simples e óbvia, tudo se centra no mindfulness. Emily Rekstis afirma ter interrompido este hábito que há muito desejava, apenas pensando nele.

“Cada vez que punha as mãos na boca, pensava em onde elas tinham estado naquele dia, todos os germes que poderiam ter, e quanto não queria adoecer”, diz a nova-iorquina, citada pela publicação, apesar de admitir que o medo de apanhar várias doenças possa ser um pouco irracional.

“Percebi que [roer as unhas] é um comportamento subconsciente que faço quando estou ansiosa ou aborrecida, por isso o melhor para mim é reparar que o estou a fazer, e parar.”

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