Saúde

Recreio sem máscaras e isolamento só para não vacinados. DGS atualiza regras para escolas

Alunos vacinados podem interromper a quarentena. Também para os infetados há menos de seis meses as regras são diferentes.
máscaras nas salas obrigatórias

Máscaras continuam a ser obrigatórias dentro das salas de aulas, mas podem ser retiradas nos recreios. A Direção Geral de Saúde atualizou, na madrugada desta sexta-feira, o referencial para as escolas com as recomendações para conter a pandemia de Covid-19. Uma das principais alterações — e que já tinha sido assumida por António Costa — é que o uso de máscaras no recreio deixa de ser obrigatório. 

O isolamento profilático de 14 dias continua a ser obrigatório em alunos que sejam considerados contactos de risco, no entanto, há exceções para os alunos vacinados ou que tenham estado infetados nos últimos seis meses, que podem ver a sua quarentena interrompida assim que se verifique se o contacto está ou não vacinado.

Sem vacinação, apresentar um teste negativo não é suficiente para voltarem às aulas, sendo que terão de cumprir os 14 dias de isolamento, como se pode ser no referencial: “A realização de teste com resultado negativo não invalida a necessidade do cumprimento do período de isolamento profilático e vigilância ativa desde a data da última exposição de alto risco nos termos da norma n.º 015/2020″.

Quanto ao uso de máscaras nos estabelecimentos de ensino, qualquer pessoa com idade superior a 10 anos deve obrigatoriamente utilizar máscara para acesso ou permanência no interior dos estabelecimentos de ensino. Já para os alunos do 1.º ciclo, o uso é recomendado como medida adicional de proteção, uma vez que estas crianças não estão vacinadas. 

Esta obrigatoriedade do uso de máscaras nos estabelecimentos de ensino não se aplica nos espaços de recreio ao ar livre. Ainda assim, recomenda que sejam usadas nos momentos em que haja aglomerações de pessoas, incluindo entre os alunos mais novos.

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