Saúde

Saiba como proteger a família contra a gripe que está prestes a entrar em sua casa

Todos os anos, 20 a 30 por cento das crianças são afetadas pela gripe sazonal, sobretudo durante o regresso às aulas.

Apesar da habitual curta duração e sintomas moderados, ninguém gosta de enfrentar uma gripe. E com a entrada no outono, sabemos que a época desta doença infecciosa se aproxima — ainda para mais, com o regresso às aulas. Sim, porque os miúdos são um dos grupos mais afetados pela gripe e também os responsáveis pela maioria das transmissões.

Em Portugal, no início da época da gripe de 2024, cerca de 70 por cento dos episódios de urgência por síndrome gripal foram registados em crianças e adolescentes, segundo os dados da Direção-Geral de Saúde (DGS). São números que demonstram o impacto nesta faixa etária, que rapidamente afeta todo o agregado familiar.

Afinal, a gripe é causada por um vírus chamado influenza, que se transmite facilmente através de secreções respiratórias, como a tosse e os espirros. Sem alguns cuidados de higiene básicos, é normal que, no espaço de alguns dias, a família inteira comece a revelar sintomas clássicos, como fadiga, dores musculares, febre, tosse e congestão nasal — que normalmente evoluem sem consequências graves durante cerca de uma semana.

Neste cenário, já todos sabemos quais são as consequências: os filhos não podem ir à escola e os pais têm de faltar ao trabalho.  

Ainda assim, existem cuidados que os portugueses devem seguir para evitar os impactos da gripe. Desde uma alimentação cuidada para ajudar na imunidade individual a pequenos gestos diários, como lavar as mãos regularmente, não espirrar ou tossir para as mãos, ventilar a casa e, claro, evitar estar em espaços fechados com potenciais contagiados. Além disso, usar máscara é sempre uma bela sugestão. 

Viroco: o visitante que ninguém convidou

A pensar na sensibilização, especialmente junto das famílias, este ano vai poder conhecer melhor o Viroco, a personagem da campanha “Não deixe a gripe estragar a festa”, que conta com o envolvimento de diversas entidades na área da saúde. 

O objetivo é simples: sensibilizar pais, educadores e cuidadores para o impacto da gripe nas crianças e adolescentes, reforçando medidas simples de prevenção familiar. Apesar de a gripe não ser habitualmente uma doença grave, pode trazer complicações para grupos de risco, como crianças com menos de cinco anos, idosos e doentes imunocomprometidos. A campanha reforça ainda a ideia de que existem vários profissionais que podem ajudar na adoção de medidas de proteção e não apenas no tratamento de sintomas.

Disponível em www.gripeinfantil.pt, esta é uma parceria entre a Associação Nacional das Farmácias (ANF), a Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública (ANMSP), a Associação Portuguesa de Enfermeiros de Cuidados de Saúde Primários (APECSP), a Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), a Associação de Unidades de Cuidados de Saúde Comunitários (AUCC), as Farmácias Portuguesas, a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) e a AstraZeneca.

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Este artigo foi escrito em parceria com a AstraZeneca.