Saúde

Testes rápidos à Covid-19 vão ser usados em pessoas sintomáticas e em surtos

Este método vai ser utilizado apenas em três contextos, segundo a Direção-Geral da Saúde.
Portugal enfrenta uma segunda vaga da doença.

Esta segunda-feira, 26 de outubro, fica marcada pela publicação da nova norma da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a testagem à Covid-19 em Portugal e que justifica a utilização de testes de antigénio rápido em algumas situações, a partir de 9 de novembro.

Na conferência de imprensa, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, explicou que estes testes devem ser utilizados em três contextos: em pessoas sintomáticas, nos primeiros cinco dias de sintomas; em pessoas assintomáticas em situações concretas, nomeadamente em situação de surto; e em situações de rastreio periódico de profissionais de saúde em contexto de maior risco de exposição.

Contudo, a responsável alertou que “uma pessoa com um teste rápido de antigénio negativo, com forte suspeita clínica de Covid-19, não está dispensada da realização de um teste molecular (PCR) para a confirmação”.

O objetivo da utilização destes testes passa por reduzir e controlar ainda mais a transmissão da doença e prevenir e mitigar o impacto da doença no sistema de saúde, nos seus serviços e nas populações mais vulneráveis.

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