Na cidade

Estive 1h48 na fila para entrar no elétrico 28

Foi a experiência mais penosa, mas houve outras filas em Lisboa que levaram a repórter da NiT ao desespero.
Foto de Inês Costa Monteiro

“Perna direita. Perna esquerda. Perna direita. Está quase, está quase.” Em 27 anos de vida, nunca tive de dizer às minhas pernas como deveriam fazer o seu trabalho. Tenho uma relação tão próxima com elas, felizmente, que nunca me chatearam com perguntas aborrecidas do estilo “olha lá, como é que se faz isto?”. Nunca, até esta terça-feira, 23 de agosto, me tinha sentido tão exausta como nesse dia.

Viver em Lisboa durante o verão não é fácil. A cidade está cheia de pessoas, os transportes demoram ainda mais tempo para aparecer (e vêm sempre atolados de turistas) e há filas em toda a parte. Pois é, não está fácil para os lisboetas, mas para os turistas também não. Se fica perturbado quando vê muita gente na plataforma para apanhar o metro, imagine o que é esperar 1 hora, 48 minutos e 19 segundos para entrar no elétrico 28. Foi isso que me aconteceu naquela manhã.

A NiT foi perceber quais são os tempos de espera para entrar nos principais pontos turísticos de Lisboa. Do Elevador de Santa Justa até ao Mosteiro dos Jerónimos, sem esquecer o Castelo de São Jorge ou o Padrão dos Descobrimentos, armámo-nos em turistas por um dia e foi catastrófico. Felizmente, não tivemos de chamar uma ambulância, mas ficámos a saber que acontece com mais frequência do que imagina.

Carregue na imagem acima para saber quanto tempo demorámos para entrar nos principais locais turísticos de Lisboa.

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