Na cidade

A aldeia perfeita para conhecer na primavera fica só a duas horas de Lisboa

É considerada uma das Sete Maravilhas de Portugal e tem feito sucesso nas redes sociais.
É ótima para descansar

Por enquanto, viajar está completamente fora de questão, mas não faz mal nenhum começarmos já a pensar nos sítios que queremos conhecer quando a pandemia der uma trégua. Não é preciso ir muito longe para descobrir verdadeiros paraísos e há um no centro de Portugal que vai mesmo querer conhecer.

Classificada em 2017 como uma das Sete Maravilhas de Portugal na categoria Aldeias Ribeirinhas, a aldeia de Dornes fica no concelho de Ferreira do Zêzere, distrito de Santarém. Curiosamente, fica mais ou menos à mesma de distância de Porto e Lisboa: cerca de duas horas. Isso torna-a num sítio perfeito para pequenas escapadinhas de fim de semana — talvez lá para a primavera, se tal for possível.

Situada numa espécie de península no rio Zêzere, é muitas vezes chamada de Península Encantada ou Terra Mítica dos Templários. A culpa é da sua torre em forma de pentágono. Terá sido construída sobre uma outra torre romana mas foi aos templários que serviu de posto de vigia durante a reconquista.

A aldeia não é muito grande, por isso é fácil percorrê-la a pé para a conhecer melhor. As ruas de casas pintadas de branco e amarelo são bonitas e, inevitavelmente, vão parar às suas redes sociais. No Instagram, Dornes é um fenómeno.

Vale a pena conhecer o Templo de Nossa Senhora do Pranto e a praia fluvial, onde há sempre atividades para experimentar como passeios de barco — os de três tábuas são famosos na zona e estão quase em extinção — ou canoa. Pode ainda dar um mergulho ou até arriscar pescar.

Para os mais aventureiros há ainda caminhadas e trilhos que podem percorrer nas zonas circundantes, para conhecer não só a aldeia como a zona envolvente. Há opções curtas com cerca de quatro quilómetros que dão tanto para fazer a pé como em BTT.

Nesta pacata aldeia, quando chegar a hora da refeição não vai querer perder as migas e, claro, os petiscos feitos com peixe fresco apanhado ali mesmo no rio. Para levar para casa, não se esqueça do mel, produto típico da região.

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