Miúdos

Costa não acredita em aulas presenciais em 15 dias: alternativa é ensino online

Quando terminarem os 15 dias de interrupção letiva, volta o ensino — mas à distância.
É quase certo o adiamento.

A primeira semana de interrupção letiva ainda não terminou e já é quase certo que se irá prolongar o confinamento para os miúdos. Com a situação epidemiológica no País ainda longe de controlada, o primeiro-ministro admitiu na quarta-feira, 27 de janeiro, que não acredita que as aulas presenciais possam ser retomadas no espaço de 15 dias face à evolução da pandemia e adiantou que a alternativa será o ensino online. 

Numa entrevista na “TVI24”, Costa adiantou que o governo não repetirá a medida que tomou na sexta-feira passada no sentido de decretar uma interrupção no ano letivo, com compensações nos períodos tradicionais de férias. “Por isso, devemos retomar o ensino online”, admitiu o primeiro-ministro.

No programa “Circulatura do Quadrado”, após críticas feitas pelo antigo dirigente do CDS António Lobo Xavier às posições assumidas pelo ministro da Educação a propósito da suspensão das aulas presenciais, o líder do executivo saiu em defesa de Tiago Brandão Rodrigues. “Ninguém proibiu ninguém de ter o ensino online”, advogou António Costa, recusando que o seu executivo entre “numa discussão fantasma” e que haja “preconceitos” em relação ao ensino do setor privado.

Por causa da pandemia, Portugal está em estado de emergência até às 23h59 do próximo sábado, 30 de janeiro. O décimo diploma de estado de emergência, que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, já enviou para o Parlamento, deverá vigorar entre 31 de janeiro e 14 de fevereiro e será discutido e votado pelos deputados esta quinta-feira, 28 de janeiro, à tarde.

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