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As novas Barbies são feitas à imagem das heroínas que fizeram frente à pandemia

Sarah Gilbert, investigadora da vacina da AstraZeneca, é uma das seis mulheres homenageadas pela Mattel.

Quando Sarah Gilbert viu a vacina que ajudou a criar a salvar a vida de milhares de pessoas, estava longe de imaginar que teria direito a uma Barbie feita à sua imagem em homenagem ao seu trabalho. Mas é isso mesmo que acontece na nova linha da Mattel.

A investigadora britânica de 59 anos, professora na Universidade de Oxford e uma das responsáveis pela vacina da AstraZeneca, tornou-se assim num dos famosos nomes da nova série de Barbies inspiradas nas heroínas da pandemia.

“É um conceito estranho ter uma Barbie feita à minha imagem”, revelou a cientista à Mattel. “Espero que ajude a fazer com que seja normal que as raparigas pensem em seguir uma carreira na ciência.”

Ao lado de Gilbert surgem outras cinco personalidades que se distinguiram na luta contra a Covid-19. Amy O’Sullivan é a enfermeira que tratou o primeiro paciente infetado nos Estados Unidos, num hospital de Brooklyn.

O elenco conta também com Audrey Cruz, uma médica da linha da frente, que lutou contra a discriminação na cidade de Las Vegas. A lista fica completa com Chika Stacy Oriuwa, uma psiquiatra canadiana que combate o racismo sistémico no sistema de saúde; Jaqueline Goes de Jesus, investigadora brasileira que liderou uma equipa que deslindou a sequência genética da variante brasileira da doença; e Kirby White, médica australiana que inventou uma proteção cirúrgica que pode ser lavada e reutilizada.

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