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Procura por amas em Portugal cresceu 377% com a pandemia

Um novo estudo mostra que ainda há pais com receio de deixar os filhos nas creches e esta parece ser a solução.
Novas maneiras de lidar com a crise.

O contexto de pandemia e novo normal têm levado a que muitos mudem os seus hábitos e rotinas; e, em alguns casos, regressem a costumes antigos. Segundo um novo estudo, neste ano de 2020 marcado fortemente pela crise da Covid-19, muitos portugueses estão a optar por uma ama a tempo inteiro — ao invés por exemplo de um infantário ou de uma creche.

Um inquérito realizado pela Fixando divulgado esta segunda-feira, 17 de agosto, concluiu que apenas 24% dos portugueses se sentem totalmente seguros em deixar os filhos em creches; apesar de acreditarem que estas cumprem todas as normas recomendadas pela Direção Geral de Saúde.

A procura por babysitting cresceu, em comparação com o ano anterior, 377%, e uma das prioridades dos inquiridos é que este serviço possa ser feito a tempo inteiro, revela a pesquisa. Neste aumento de procura destaca-se a primeira quinzena de agosto, tradicionalmente época de férias, em que a procura se sobrepõe à oferta.

No estudo realizado pela plataforma portuguesa de serviços estima-se ainda que cada família pague em média 210€ por filho nas creches, enquanto que o preço por hora para um serviço de babysitting ronda os 8€ por hora. Este pode assim oscilar, se for um serviço mensal, entre os 160 e os 840€ — dependendo do número de miúdos, das horas por dia e se se trata de uma ama particular ou com mais crianças.

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