Na cidade

Ágata é a cabeça de cartaz do Arraial Lisboa Pride

O evento está de volta ao Terreiro do Paço já no dia 25 de junho, sábado. São 10 horas de programação.
São 10 horas de festa.

Depois de uma pausa de dois anos devido à pandemia, um dos eventos mais esperados do ano está finalmente de volta com data marcada para 25 de junho, sábado, na Praça do Comércio, e o programa já foi revelado. Organizado pela ILGA Portugal, a mais antiga associação dos direitos das pessoas LGBTQ+ no País, o evento renasce em 2022 para a 24.ª edição e com “muita vontade de voltar a juntar todas as pessoas”.

O Arraial Lisboa Pride é o maior evento comunitário LGBTI+ do País e este ano vai contar com dez horas de programação. O grande dia começa às 16 horas e só termina às duas da manhã.

Para animar o evento, o programa inclui atuações de M3DUSA (16h), Herlander (19h), Puta da Silva (20h), Ágata (22h30), Pumpdabeat (23h) e Sonja (00h30). O Arraial Lisboa Pride conta ainda com a presença de Lola Herself & JNOIR como hosts.

“A programação foi pensada para trazer ao palco contextos de diversidade ainda constantemente invisibilizados e subvalorizados no panorama português”, explicam em comunicado. Além dos concertos, o evento terá vários bares friendly mais emblemáticos, um Arraialito ‒ para crianças e famílias ‒ mostras associativas, artesanato e street food.

De entrada livre, a festa pretende marcar a identidade de Lisboa como cidade que valoriza a diversidade e a igualdade. “O Arraial Lisboa Pride 2022 acontece num cenário de grande esforço associativo e comunitário, depois de dois anos sem capacidade para movimentar os recursos financeiros e humanos para fazer acontecer um evento destas dimensões: a pandemia trouxe um aumento exponencial de pedidos de apoio e, acompanhando aquela que é desde sempre a missão da ILGA Portugal, foi para esses casos que foram e continuam a ser canalizados os recursos da associação”, acrescenta Ana Aresta, presidente da Direção da ILGA Portugal.

A primeira edição aconteceu em 1997, no Jardim do Príncipe Real, numa altura em que o ativismo LGBTQ+ começou a ganhar força. “Desde aí, tem sido um momento determinante de celebração das nossas identidades, de expressão dos nossos afetos e de ocupação dos espaços que têm de ser também nossos, mas que tantas vezes e em tantos cenários nos são negados”, explica a ILGA Portugal.

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