Na cidade

Apesar da crise, o preço médio do arrendamento aumentou em setembro

Bragança foi o distrito a apresentar a maior quebra no País — com um valor a rondar os 20 por cento.
Lisboa está no topo da lista.

Setembro é sinónimo do regresso ao trabalho, mas também das aulas na universidade. Com estudantes a precisarem de arranjar uma casa ou um quarto, e com uma crise económica pelo meio, seria de esperar uma diminuição no preço dos arrendamentos. Mas não foi bem isso que aconteceu. 

Um estudo do Imovirtual, divulgado esta quarta-feira, 21 de outubro, revelou que o preço médio do arrendamento aumentou 1,74 por cento em setembro — passando de 1.032€ euros em agosto para 1.050€ em setembro. Baseado nos dados disponíveis na plataforma de arrendamento, o estudo analisou a evolução dos preços médios de venda e arrendamento em Portugal.

Lisboa continua a liderar o top de distritos mais caros com as rendas a chegarem, em média, aos 1.355€. Em relação aos restantes distritos, destacam-se também o Porto, com um aumento de 3,14 por cento, e Setúbal, com uma variação de 0,25 por cento. Os distritos que no mês de setembro apresentaram um preço médio anunciado de imóveis para arrendar mais baixo foram Portalegre (310€), Guarda (331€), Bragança (373€) e Castelo Branco, com 395€.

Além disso, no segmento de vendas, este setembro de 2020, os quatros distritos que se destacam pelos preços médios mais baixos são o Portalegre (117.987€), Guarda (122.223€), Castelo Branco (123.786€) e Beja (132.701€).  À semelhança da capital (536.787€), os restantes três distritos com preços mais elevados para compra são Faro, com o preço médio a ser de 443.765€, a Região Autónoma da Madeira (315.775€) e Porto (306.659€). As conclusões do estudo estão no portal. 

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